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2014/01/06

A conferência de Paulo Monjardino - Microscopia Confocal



Paulo Ferreira Mendes Monjardino, professor auxiliar do Departamento de Ciências Agrárias e investigador no Centro de Biotecnologia dos Açores, proferiu uma conferência hoje intitulada "Potencialidades e Oportunidades da microscopia confocal". Vamos saber do que se tratou a conferência;


- Em que consiste a microscopia confocal?

Tipo de microscopia de fluorescência que permite visualizar com elevada nitidez em 2D ou 3D microorganismos, estruturas celulares ou moléculas em organismos vivos ou inanimados e, embora com maiores limitações, de estruturas não biológicas.

- Quais as suas potencialidades e oportunidades?

Análise de desenvolvimento celular, citogenética, análise da forma de transmissão de doenças e mecanismos de resistência, comunicação celular, análise in situ de expressão genética, entre outras.   

- Que investigação tem vindo a ser realizada no CBA com base nesta técnica?

Diferenciação celular, transmissão de vírus em insectos, cariotipagem, regulação genética.


2014/01/05

Conferência "Potencialidades e oportunidades da microscopia confocal" - 6 janeiro às 18h00


Realiza-se na próxima segunda-feira, dia 6 de janeiro, pelas 18h00, a conferência “POTENCIALIDADES E OPORTUNIDADES DA MICROSCOPIA CONFOCAL” que será apresentada pela Professor Doutor Paulo Monjardino, no auditório do Campus de Angra do Heroísmo.


O evento está integrado num ciclo de palestras que o Centro de Biotecnologia dos Açores está a promover com o intuito de dar a conhecer o trabalho de investigação realizado pela UAç, esperando desta forma contribuir para uma maior aproximação entre a comunidade científica e a sociedade.

2013/12/04

"A Investigação e a Inovação na Qualidade em Saúde" - 5 e 6 de dezembro



 
De acordo com as actividades relacionadas com o Projecto ICE2 (Investigação Científica em Enfermagem), financiado pelo Programa de CooperaçãoTransnacional Madeira – Açores – Canárias 2007-2013, sendo Chefe de Fila a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo - Universidade dos Açores e parceiros o Departamento de Enfermagem - Universidade de Las Palmas da Gran Canária e o Centro Competência Tecnologias da Saúde - Universidade da Madeira, cujo objectivo é impulsionar a investigação científica em enfermagem na vertente das úlceras por pressão, encontra-se a desenvolver o Congresso Internacional de Investigação Científica em Enfermagem IV - CIICE.

No evento serão apresentados os resultados de todas as actividades do projecto, que terá lugar nos dias 5 e 6 de Dezembro de 2013 em Angra do Heroísmo (Auditórios do Campus de Angra do Heroísmo - UAc e Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo-UAc).

Mais informações e inscrições gratuitas em http://congressoinvestigacaoenfermagem.blogspot.pt/

2013/12/01

Palestra - "EFEITO DO AUMENTO DE DIÓXIDO DE CARBONO NOS ORGANISMOS MARINHOS"



A próxima palestra organizada pelo Centro de Biotecnologia dos Açores decorrerá na segunda-feira, dia 2 de Dezembro, às 18 horas no Auditório da Universidade dos Açores, no Pico da Urze, Angra do Heroísmo:

• “EFEITO DO AUMENTO DE DIÓXIDO DE CARBONO NOS ORGANISMOS MARINHOS

- será apresentada pela Doutora Joana Barcelos e Ramos (Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores).

2013/11/15

Professor Mário Fortuna - reeleito diretor do Departamento de Economia e Gestão




Que papel tem tido o Departamento de Economia e Gestão (DEG) no desenvolvimento dos Açores?

O DEG tem tido um papel fundamental no desenvolvimento dos Açores quer por via da capacitação de profissionais nas subáreas da economia e da gestão quer através da promoção do empreendedorismo refletido em múltiplos projetos de empresas desenvolvidas por alunos que à sua capacidade técnica aliaram, também a sua capacidade empreendedora. Hoje quase não se encontra uma empresa ou um serviço público que não tenha um antigo aluno do DEG.
À capacitação através da formação dos recursos humanos, adiciona-se como contributo inquestionável do DEG o estudo dos mais diversos temas quer através do trabalho dos docentes quer através das muitas dissertações já concluídas com aplicações aos Açores.

Quais os principais desafios que o departamento tem pela frente?

Os desafios do DEG são, neste momento, a sua adaptação ao momento difícil por que passa a Região e, sobretudo, a Universidade, no sentido de manter a sua sustentabilidade, aspeto que está, em parte, cumprido com a acreditação dos cursos que o DEG assegura há já vários anos e com procura continuada. Resta consolidar e adaptar alguma da oferta pós graduada, evolução natural na qualificação dos recursos humanos na área. Esta formação pós graduada deverá assumir a forma de cursos de pós-graduação, mestrados e doutoramento.

Como se pretende afirmar o DEG no mundo universitário, por via duma clara vantagem competitiva, no que concerne à sua oferta letiva e centros de investigação

A afirmação do DEG tem-se feito sempre através da qualidade dos seus programas, da qualidade do ensino e da qualidade da investigação. A componente do ensino é avaliada pela A3ES e, neste específico, com já referido, temos tido bons desfechos com a acreditação dos cursos principais. Na componente de investigação os resultados foram, também, muito positivos com a avaliação do CEEAplA com a classificação de Muito Bom.
Temos o desafio imediato de avaliação do CEEAplA que esperamos virá a ter um desfecho positivo, mais uma vez.

Após quatro anos de funcionamento do curso de Gestão no Campus de Angra do Heroísmo, qual o balanço que faz desta decisão?

O balanço do curso na Terceira é, no nosso entender, muito positivo. Respondeu-se a uma procura efetiva e consolidou-se o curso com um corpo docente que se vai aperfeiçoando na lecionação do programa já mais do que testado em S. Miguel. Foi uma aproximação positiva ao mercado gerando-se a massa crítica necessária para uma oferta não só positiva para o meio com também rentável para a Universidade. Houve uma combinação virtuosa dos objetivos da Universidade, da comunidade e dos alunos.

2013/11/11

"The Work Shop"


A Associação para a Ciência e Desenvolvimento dos Açores (ACDA) está a organizar, em conjunto com o DCA, a APDR e o CEEAplA um workshop para criar interação entre os estudantes e o meio empresarial.

É um encontro que visa dinamizar ideias entre potenciais empregadores, públicos e privados, o sistema de ensino, profissional e universitário, recém licenciados e alunos de ensino superior. O encontro terá sessões paralelas e mesas redondas onde serão debatidos casos de sucesso e insucesso, perspetivas futuras e necessidades de mercado.

Temas das sessões paralelas: Saúde, História, Sociologia, Psicologia, Educação, Ambiente e Energia, Gastronomia, Qualidade e Segurança Alimentar, Engenharia, Agricultura, Gestão e Economia, Turismo, Informática, Filosofia e Biologia

DATAS IMPORTANTES

  • Até 20 de Novembro - Receção de resumos
  • 24 de Novembro – Comunicação de aceitação dos resumos
  • Até 10 de Dezembro - Submissão do artigo completo, por email
  • Até 10 de Dezembro - Inscrições no Workshop
  • 20 de Dezembro - Realização do Workshop

PROGRAMA

Dia 20 de Dezembro
09H00 – 09H30 | Recepção dos participantes
09H30 – 10H00 | Sessão de Abertura
10H00 – 10H45 | Mesa Redonda I
10H45 – 11H00 | PAUSA
11H00 – 12H30 | Sessões Paralelas I
12H30 – 14H00 | INTERVALO PARA ALMOÇO
14H00 – 15H30 | Sessões Paralelas II
15H30 – 16H00 | PAUSA
16H00 – 17H30 | Mesa Redonda II
17H30 – 18H00 | Sessão de Encerramento


Para mais informação contactar a ACDA - acdazores@gmail.com
http://acdazores.weebly.com/
www.facebook.com/acdazores

2013/11/09

FIPED - Fórum Internacional de Pedagogia 2014



O FIPED Portugal IV vai ter lugar a 4 e 5 de Abril de 2014. O FIPED é um espaço para os alunos apresentarem os seus trabalhos de investigação, contribuindo para o enriquecimento de currículos e de pessoas. É também um espaço para aprender, em particular para os alunos que pretendam participar sem apresentar trabalhos, quer com as apresentações dos colegas, quer com as oficinas.

Embora ainda estejam distantes as datas de inscrição, agora é o momento ideal para começar a pensar em nos projectos de investigação a desenvolver. 

Incentivamos vivamente os estudantes e professores do campus a participar neste evento que é sempre um espaço de alegria, aprendizagem e de crescimento, e que tem acolhido trabalhos de todas as áreas do conhecimento por cá trabalhadas.

VENHAM!

2013/11/05

Professor Alfredo Borba - reeleito diretor do Departamento de Ciências Agrárias


Recentemente eleito para um novo mandato na direção do departamento de Ciências Agrárias, quais os principais desafios que tem pela frente?

Neste momento temos dois tipos de prioridades, as imediatas e as prioridades a médio logo prazo. De imediato temos que assegurar o funcionamento do ano letivo, o mais normal possível, depois deste arranque que podemos dizer ter sido catastrófico. A médio - longo prazo, temos que assegurar uma reestruturação do Departamento e a sua inserção dentro do Campus da Angra do Heroísmo, de forma a tornar este forte e dinâmico. O Departamento de Ciências Agrárias não é o Campus, mas é essencial a conjugação de todos os elementos constitutivos desse mesmo Campus, para este ser uma realidade cada vez mais pujante.


Que papel tem tido o DCA no desenvolvimento dos Açores?

Nos seus trinta e oito anos de existência o Departamento de Ciências Agrárias, conseguiu ser uma força que contribuiu, de forma decisiva, para criar a Região tal como hoje a conhecemos, formando a maioria dos técnicos que atuam nos Açores nas áreas da Agricultura e do Ambiente.


A ciência, a investigação e as empresas, é uma ligação que nem sempre é fácil de alcançar. Considerando a investigação que neste momento é desenvolvida aos vários níveis no DCA, perspetiva uma alteração a este nível? Que exemplos gostaria de realçar?

A investigação científica sofre, na maioria dos casos, um forte revés nos últimos dois anos. Toda a investigação ligada à Universidade, isto é, que não estava deslocada para centro exteriores, como a Fundação Gaspar Frutuosos, foi reduzida praticamente a nada. Os investigadores tiveram de fazer um grande esforço de redireccionamento dessa investigação, arranjar novas fontes de financiamento e começar, em muitos casos praticamente do zero. Este facto teve repercussões importantíssimas na produção científica do DCA, na composição das suas equipas de investigação e na sobrevivência de algumas outras. Para o futuro temos que recomeçar, em muitas áreas de novo, arranjar parceiros estratégicos e continuar a ser um pólo de desenvolvimento da área da agricultura e ambiente, como temos sido ao longo dos últimos 38 anos.


Como se pretende afirmar o DCA no mundo universitário, por via duma clara vantagem competitiva, no que concerne à sua oferta letiva e centros de investigação?

O DCA tem que reajustar a sua oferta letiva, nomeadamente na área das Ciências do Ambiente, e estabelecer parcerias estratégicas com outras instituições nacionais. Como o caso recente do protocolo estabelecido com a Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, ou de outros que estão em andamento, como o com o Instituto Superior de Agronomia, no que concerne à Arquitetura Paisagística.

No que diz respeito aos Centros de Investigação, vamos assistir a um rearranjo, com a nova candidatura à FCT, prevendo-se a integração de equipas em Centros de outras Instituições de Ensino Superior e a candidatura de um Centro do Departamento, o Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

2013/11/03

Palestra “Impacto de Infecções Virais na Produção Vegetal e Circulação de Plantas”




O Centro de Biotecnologia dos Açores (CBA) está a promover um ciclo de palestras com o intuito de apresentar à comunidade o trabalho de investigação realizado pela Universidade, esperando desta forma contribuir para uma maior aproximação entre a comunidade científica e a sociedade.

A próxima palestra intitulada “Impacto de Infecções Virais na Produção Vegetal e Circulação de Plantas” será apresentada pelo Doutor Duarte Mendonça, segunda-feira dia 4 de Novembro, às 18 horas no Auditório da Universidade dos Açores, no Pico da Urze, Angra do Heroísmo.

2013/11/02

Entrevista de Tomaz Dentinho publicada na Universidade Federal Juiz de Fora - Brasil


(entrevista disponível neste link)

Em visita à Universidade Federal Juiz de Fora, pesquisador dos Açores propõe conceber projetos em conjunto

O Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada (PPGEA) da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) está recebendo o professor da Universidade dos Açores, Tomaz Lopes Dentinho, com o objetivo de trocar experiências e promover aprendizagem mútua. Coordenador do Grupo para o Desenvolvimento Regional Sustentável da Universidade dos Açores e membro do Centro de Estudos de Economia Aplicada do Atlântico, ele coordena o mestrado em Gestão e Conservação da Natureza. Doutor em Gestão Interdisciplinar da Paisagem, Dentinho é atualmente secretário-executivo da Associação Internacional de Ciência Regional (RSAI).

Em entrevista, ele falou da importância das trocas acadêmicas que estão sendo estabelecidas e do que espera de uma possível parceria com a instituição. Comentou sobre o material aplicado em seu minicurso e se mostrou entusiasmando com o momento acadêmico que atravessa o Brasil, especialmente em relação à ciência.

Como surgiu o contato com a Faculdade de Economia?

Conheci o professor do PPGEA, Fernando Perobelli, com base na ligação da Associação Brasileira de Economia Regional (Aber) com a RSAI. A partir daí, surgiu a possibilidade dessa aproximação entre os cursos de pós-graduação em economia das duas instituições.

Como é seu trabalho em Açores e qual foi a proposta para o minicurso?

Em Açores tenho uma pequena equipe de trabalho com alunos de mestrado e doutorado, além de projetos de investigação científica, atuação na área de prestação de serviços e de análises de impacto ambiental. O Fernando (Perobelli) já tinha visitado Açores, mas essa cortesia da UFJF em me convidar para ministrar o curso de modelos de interação espacial com uso do solo foi o primeiro intercâmbio de fato. Basicamente, trabalhamos em cima dos modelos de interação espacial que funcionam à nível das cidades. Para tal, em uma das principais atividades, tentamos, com a pequena quantidade de dados que conseguimos mobilizar nesse curto espaço de tempo, criar um modelo com caráter espacial para São Paulo e trabalhar em cima dele.

Como foi esse trabalho sobre a cidade de São Paulo?

Tínhamos dados da distribuição de empregos e endereços por zonas da cidade de São Paulo, e sua economia gira, em grande parte, em torno da compra e venda de propriedades. Pedagogicamente, conseguimos chegar a resultados teóricos através de programas de computador, mas ainda não temos um modelo pronto que calibre mais profundamente as rendas e os valores de propriedades. A ideia é propôr soluções estruturais para a dinâmica urbana da capital paulista, bem como entender, em termos pedagógicos, qual é a utilidade dos modelos ensinados no minicurso.

Fizemos também uma atividade para avaliar quais são as diferentes posições dos alunos em relação à Juiz de Fora no que diz respeito à demanda da população. No caso do Brasil, esse momento de manifestações é reflexo da má prestação de serviços públicos, acesso a habitação, educação, saúde, transporte. É um tipo de exercício que serve para envolver as várias perspectivas desse assunto e de alguma forma saber como pode solucionar os problemas, pois muitas vezes as pessoas parecem que estão divergentes mas no fundo estão defendendo a mesma coisa.

Em relação à parceria entre os cursos de pós-graduação, quais são as metas para o futuro?

Para o futuro, conversando com o PPGEA, estamos tentando encontrar caminhos para estreitar os laços entre as instituições, por meio de intercâmbios de pessoas e elaboração de projetos conjuntos. Temos grande interesse nessa troca. O Brasil está investindo muito em ciência e possui universidades de primeira linha no cenário mundial. Aqui é o local acadêmico ideal para estabelecermos essas trocas nesse momento. A vantagem comparativa de Açores é a interdisciplinaridade existente entre economia, planejamento, meio ambiente e tecnologia agronômica. Portanto, temos também a acrescentar àqueles alunos que tenham interesse em conhecer nosso curso.

Como andam essas negociações? O que falta para ser concretizada a parceria?

Qualquer tipo de convênio depende de muitas pessoas. No entanto, mais importante do que a questão orçamentária, é descobrir os profissionais que tenham interesse em fazer parte desses projetos, e que tipo de estudos elas estão interessadas em fazer. A partir daí, podemos estabelecer linhas de estudo em conjunto. Tenho alunos de doutorado que gostariam de passar um período acadêmico no país para construir algum material científico que agregue valores à sua formação profissional, e acredito que o mesmo aconteça aqui.

Qual a importância dessa troca?

Para nós já está sendo muito importante. Para começar, em termos de aprendizagem mútua, é muito facilitador termos um espaço que fala a mesma língua, o que torna o ensino mais simples. Apesar das realidades serem diferentes, procurar o que há em comum é exatamente o propósito da ciência. Portanto, a realidade é diferente, mas a estrutura econômica é parecida e o comportamento das pessoas também. É isso que nos permite utilizar os mesmo modelos aqui, em Açores ou na Índia. A diferença de dimensões territoriais representa algum desafio em termos metodológicos, mas que é igual em termos de comportamento humano. Ou seja, Se tratando do objeto de análise, Açores leva vantagem, pois a ligação entre o homem e o ambiente no espaço menor ajuda a nos orientar melhor economicamente. O que temos certeza é que o ser humano é igual e as diferenças existentes só ajudam a universalizar os modelos que temos. No futuro, esperamos conseguir adaptar os estudos feitos em Açores na realidade da escala geográfica brasileira, especialmente no que diz respeito a racionalização do lixo, da água e energia. Acho que estaremos ajudando bastante se conseguirmos trazer essas ideias para cá.

Outra possibilidade dessa aproximação entre os cursos é a oferta de um novo possível campo de trabalho, já que em Portugal está mais difícil encontrar espaço para os mais novos, mesmo se tratando de profissionais qualificados. Acredito que todos sairão ganhando se conseguirmos inserir profissionais de qualidade que estão sem espaço lá, mas que talvez encontrem aqui no mercado de trabalho brasileiro.