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2014/04/28

III Fórum de Empreendedorismo - dia 10 de maio

PROGRAMA

08:45 Abertura do Secretariado
09:15 Welcome Coffee

09:45 Abertura
  • João Luís Gaspar (Reitor da Universidade dos Açores)
10:00 A Tríplice Hélice: Universidade/Governo/Empresas
  • Mário Fortuna (Diretor do Departamento de Economia e Gestão da UAç)
  • Marisa Toste (Administradora da SDEA)
  • Sandro Paim (Presidente da Câmara do Comércio de Angra de Heroísmo)

10:45 Pros e Contras: “Empresas e Universidade – do casamento ao divórcio?”
  • Inovação – O papel da Universidade, Empresas e Governo, Luís Melo (Cybermap)
  • Discussão moderada por Luciano Barcelos entre os empresários Miguel Pombo (Azores Life Science) e Pedro Toste (Avitoste) e os investigadores Paulo Borges e Telmo Morato (Universidade dos Açores)
12:00 Stand Up aCores – 1/4 de Comédia (stand up comedy)

12:30 Almoço

13:30 Inovação e Desenvolvimento
  • A Estratégia de Especialização Inteligente para os Açores, Bruno Pacheco (Diretor Regional das Obras Públicas, Tecnologia e Comunicações)
  • Inovar para as pessoas, Luís Quental (CEO Quotidian e Consultor de Inovação)
14:45 Fomento do Empreendedorismo
  • A SPI e o seu papel no fomento do Empreendedorismo, Sara Medina (Sociedade Portuguesa de Inovação)
  • TEAMNEURSHIP e Financiamento: uma visão a partir da Finlândia, Marco Abrunhosa (Administrador de Helsinki Equity Covenant Oy - sociedade finlandesa de gestão de investimentos)
  • Lisboa – Startup City” João Vasconcelos (Diretor Executivo da StartUp Lisboa)

16:30 Entrega de prémios aos alunos
17:00 Encerramento
 
Inscrições neste link.

2014/03/18

Conferência "Euro: A Reforma Necessária"



Na próxima sexta-feira, dia 21 de março, pelas 22 horas, o Dr. Paulo Casaca irá apresentar a conferência "Euro: A Reforma Necessária" na Sala de Reflexão do Campus de Angra do Heroísmo, com apresentação do Prof. Doutor Nuno Martins (Departamento de Economia e Gestão).

O tema da conferência foi explorado no relatório Euro Reform 2014 (pdf), da autoria do Dr. Paulo Casaca e de Nerea Artamendi.

O evento, aberto à comunidade, é organizado pelo Departamento de Economia e Gestão, pelo Há Vida no Campus e pela Associação para a Ciência e Desenvolvimento dos Açores.


Paulo Casaca
1980: Licenciatura em Economia, Instituto Superior Economia e Gestão (ISEG), Lisboa
1987: Mestre em Economia Agrícola, Universidade de Montpellier
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1980 - 1987, 1991: Docente História Económica e Economia Regional na Universidade dos Açores
1987 - 1989: Docente de Economia no Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL)
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1990 - 1991: Deputado no Parlamento Regional dos Açores
1991: Coordenador do Gabinete de Estudos do PS/Açores
1992 - 1993: Deputado na Assembleia da República
1993 - 1995: Coordenador do Gabinete de Estudos do PS
1995 - 1996: Chefe de Gabinete do Ministro do Planeamento e Administração do Território
1996 - 1999: Conselheiro Técnico da Representação Permanente de Portugal Junto da União Europeia.
1999 - 2009: Membro do Parlamento Europeu; Grupo Político: Partido dos Socialistas Europeus.
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Desde 2011: Fundador e diretor-executivo do "South Asia Democratic Forum"

2014/02/10

Conferência "Os desafios da Economia do Século XXI", por Nuno Martins - Transmissão online



A conferência "Os desafios da Economia do Século XXI", pelo professor Nuno Martins, terá lugar no próximo dia 10 de fevereiro, pelas 19h00, no auditório do Campus de Angra do Heroísmo, da Universidade dos Açores.

O evento inclui a apresentação do livro "The Cambridge Revival of Political Economy", de sua autoria, bem como comentários de Francisco Maduro Dias.

O evento será transmitido online, no seguinte canal:


Live streaming video by Ustream

2014/02/06

Fórum de Ideias: Desenvolvimento Económico - Desafios do Futuro



A primeira sessão do 'Fórum de Ideias', sob o tema 'Desenvolvimento Económico - Desafios do Futuro' terá lugar no dia 7 de Fevereiro, pelas 17:30, no Auditório do Campus de Angra do Heroísmo.

Este fórum, promovido por Berto Messias, contará com as presenças de Nuno Martins (Universidade dos Açores), Sandro Paim (Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo), Álamo Meneses (Conselho de Ilha daTerceira) e Luís Vasco Cunha (empresário).

O Há Vida no Campus irá proceder à transmissão do evento.


Live streaming video by Ustream

2013/12/03

Vozes do Campus: Joana Ribeiro sobre

Inauguramos hoje um espaço no Há Vida no Campus, preconizado desde a sua concepção, sob o título 'Vozes do Campus'. Neste espaço pretendemos receber contributos de docentes e discentes sobre temas diversos, já que a vida no campus também passa pela discussão intelectual.

Temos muito gosto em apresentar o texto da aluna de Gestão, Joana Ribeiro, sobre uma (re)visão do ensino de Economia nas universidades. Serão muito bem-vindos contributos de outras áreas (havidanocampus@gmail.com).




Há vida no campus (da Manchester University)

No início do ano académico de 2012/2013, estudantes de Economia da Universidade de Manchester assistiam a uma palestra na qual se questionava se os licenciados em Economia estariam aptos ao seu desígnio. Neste evento, economistas de renome discutiam se os estudantes de Economia estariam a aprender o que realmente importa, face à crise financeira de 2008. Este foi o acontecimento que despoletou a criação da “Post-Crash Economics Society”.

De acordo com os seus fundadores, um grupo de estudantes de Economia da referida universidade, esta sociedade teria o objetivo de trazer aquela discussão a Manchester, através de pesquisa, organização de eventos e criação de workshops.

Hoje em dia, esta sociedade já tem plenos direitos, um clube literário, um evento de lançamento encabeçado por economistas de topo a nível mundial, estudantes e apoiantes académicos, uma petição que ganha cada vez mais assinaturas, ligações a uma rede nacional de sociedades económicas e muita paixão e determinação, segundo os próprios, para mudar o estado atual da educação económica.

Mas para a Post-Crash Economics Society este é apenas o início, tencionam que esta sociedade se enraíze no panorama económico de Manchester, promovendo discussão sobre o que é a Economia, o que deveria ser e como deveria ser lecionada.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, do dia 24 de Outubro, Joe Earle, o porta-voz da Post-Crash Economics Society, chama a atenção para as perguntas de escolha múltipla e as questões matemáticas que dominam os primeiros anos de Economia, afastando os alunos da leitura e dissertação escrita, características de disciplinas como a “História do Pensamento Económico”. Para Earle, como consequência os estudantes nunca chegam a desenvolver as capacidades necessárias para terem pensamento crítico, avaliar e comparar teorias económicas, entrando, por isso, no mercado de trabalho com uma falsa crença do que é a Economia e com um conhecimento base limitado à teoria neoclássica.

No entanto muitos alunos da Manchester estudam Economia num contexto interdisciplinar, juntamente com outras ciências sociais, especialmente Filosofia, Política e Sociologia, ganhando assim conhecimento mais amplo que lhes permite um olhar alternativo sobre o fenómeno social.

Assim sendo, a Post-Crash Economics Society preconiza um maior alcance do enfoque teórico, acompanhado pelas ferramentas da teoria neoclássica, mas que ofereça uma maior compreensão sobre o que é melhor para uma Economia, não só o crescimento em termos de lucro, mas de sustentabilidade, equidade e consciência social.

Mas…e nós? Qual a nossa opinião sobre toda esta problemática? Muitos de nós já nos questionámos e já questionámos os nossos professores sobre onde se encontra a Economia à luz da crise de 2008 e de todos os acontecimentos que lhe vêm sucedendo. Na realidade é impossível passar ao lado de toda esta questão, visto encontrarmo-nos num dos países mais abalados por esta crise que todos os dias se repercute na nossa vida.

Saliento também, as discussões ricas e algumas vezes inflamadas que esta questão tantas vezes desencadeia nas nossas aulas, ainda que por imperativos programáticos sejam assuntos apenas trazidos a lume quando tentamos contextualizar aquilo que aprendemos. Louvo os nossos professores que permitem que façamos estas incursões extra-programáticas mas tão pertinentes… e questiono também, o porquê de serem extra-programáticas?

Compreendo a dificuldade de se modificarem planos de estudos já alterados com a revolução do Processo de Bolonha, daí, que na minha perspetiva, como aluna do Departamento de Economia e Gestão da Universidade dos Açores, gostaria de ter um maior enfoque em toda esta questão, com a promoção de argumentações, dissertações, palestras e até com alguma produção científica a este respeito. Tal como tem sido apanágio do nosso departamento, enriqueçamos o nosso currículo e opinemos também sobre o que é a Economia.

Joana Morais Ribeiro
Aluna do 2º ano da Licenciatura em Gestão


Bibliografia:
The Guardian, quinta-feira 24 de Outubro de 2013
www.post-crasheconomics.com

2013/11/27

Conferência "E agora Portugal? O que esperar para a economia portuguesa para os anos do após Troika?" - Professor João Duque


A Delegação Regional dos Açores da Ordem dos Economistas, com o apoio do Departamento de Economia e Gestão, da Universidade dos Açores, promove no próximo dia 29 de Novembro, pelas 18h15m, uma conferência com o Professor João Duque, intitulada "E agora Portugal? O que esperar para a economia portuguesa para os anos do após Troika?".

O Professor João Duque é professor catedrático e presidente do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão), da Universidade Técnica de Lisboa.

A conferência é aberta ao público. Realiza-se no Auditório do Campus de Angra do Heroísmo.


2013/10/30

Nuno Martins edita livro em Cambridge


Nuno Ornelas Martins, professor auxiliar com agregação no Departamento de Economia e Gestão, da Universidade dos Açores, 34 anos, acaba de lançar um livro intitulado “The Cambridge Revival of Political Economy”, editado pela Routledge, e que será apresentado na Universidade de Cambridge a 2 de Dezembro.


Qual o objectivo do livro? Qual a sua principal reflexão?
O livro aborda a escola de Cambridge de Economia, mais em particular os autores dessa escola que procuraram recuperar o pensamento económico clássico. A grande diferença entre pensamento clássico e o pensamento actual resulta do facto de na teoria clássica a economia ser estudada como o processo de produção e distribuição do excedente, enquanto na teoria actual a economia é estudada em termos da optimização de recursos escassos. Na teoria clássica o conceito fundamental é o excedente, na teoria actual o conceito fundamental é o seu oposto, a escassez.

Na teoria actual, assume-se que o agente económico procura maximizar a sua utilidade (definida por uma função matemática), sendo os recursos por definição escassos dado que as preferências dos consumidores são infinitas. Assume-se também que as remunerações dos factores se dão de acordo com a sua escassez, medida em termos marginais. Portanto salários e juros (ou lucros) são determinados de acordo com a escassez relativa de trabalho e capital.

Na teoria clássica, o comportamento económico não era descrito em termos matemáticos e exactos como uma maximização da utilidade, mas antes em termos de normas institucionais e hábitos, que levam a um dado consumo habitual por parte daqueles que contribuem para a reprodução do processo produtivo. Na concepção clássica, os salários devem ser suficientes para garantir esse consumo habitual, mantendo a procura efectiva. A parte da produção que não é necessária para assegurar esse consumo habitual era vista como um excedente, que originava as rendas e lucros (ou juros). Para os clássicos, a economia floresce quando esse excedente é usado em actividades produtivas, e entra em crise quando esse excedente é usado em especulação e luxo excessivo.


Numa altura em que grande parte dos países europeus vivem problemas económicos, baseados essencialmente numa perspetiva de que há “escassez” de recursos, a visão que recupera da “teoria do excedente” poderia ajudar a encontrar melhores caminhos para ultrapassar a crise?

Sim. Na perspectiva da teoria económica actual, baseada no conceito de escassez, a conclusão é que os juros deverão ser elevados, porque há escassez de capital, e os salários deverão descer, porque há escassez de emprego (isto é, desemprego).

Na perspectiva clássica, por outro lado, os salários deverão ser suficientes para garantir o consumo habitual que assegura a procura efectiva, portanto não deverão descer em tempo de crise. Para cada empresa individual, poderia compensar baixar os salários mas apenas se as outras empresas não fizessem o mesmo. Mas se todas as empresas e o Estado baixam os salários, há uma quebra global da procura e todos perdem, como explicava Joan Robinson, umas das autoras da escola de Cambridge abordada no livro. Até porque as exportações não são suficientes para assegurar a procura quando as políticas de contracção da procura são seguidas a nível internacional. Portanto as reduções de salário não são solução, devido aos seus efeitos macroeconómicos, que consistem na redução da procura.

A teoria actual é construída pressupondo uma economia de pleno emprego, em que há escassez de recursos que estariam supostamente a ser plenamente utilizados, e casos de crise e desemprego são considerados excepções. No entanto, a situação actual é uma situação de crise e desemprego estrutural, não um desequilíbrio momentâneo, e a teoria clássica explica muito melhor a situação actual do que a teoria económica actual, pois a teoria clássica não pressupõe escassez num contexto de pleno emprego que na realidade não existe.
Além disso, como na teoria clássica o juro resulta do excedente, não é possível manter juros altos quando esse excedente tem de ser reduzido em tempo de crise, e portanto a economia não pode suportar esses juros elevados, sendo necessária (e aliás perfeitamente possível) uma actuação dos bancos centrais e regulação financeira que permita uma redução dos juros. Pode-se perguntar: mas porquê reduzir o excedente em vez de reduzir os salários? A resposta é: porque os salários são rendimento que reentra na economia sob a forma de consumo, enquanto o excedente tende a não ser reinvestido na economia em tempo de crise, e é rendimento que se perde num contexto de crise.

Aliás, o juro é considerado uma remuneração do risco incorrido por quem empresta capital, enquanto o salário é uma remuneração do trabalho. Logo, no momento em que os riscos se concretizam, deveriam ser assumidos por quem supostamente estava a correr riscos e a ser remunerado por isso com juros, não por quem continua a fazer o mesmo trabalho, e portanto deveria continuar a receber o mesmo salário. Senão, gera-se o incentivo para voltar a haver financiamento de contractos ruinosos para o Estado com agentes privados, na crença de que o contribuinte estará sempre cá para cobrir os riscos com o seu salário, ou com o dinheiro da sua educação, saúde e segurança social (que serve para manter juros, lucros e rendas, isto é, a apropriação do excedente, mesmo em circunstâncias de crise em que essa apropriação do excedente não tem justificação).

O conceito de excedente ajuda também a perceber como as políticas europeias têm beneficiado alguns países, que acumulam excedentes comerciais, e levando outros a défices comerciais (ou a ter de reduzir o consumo para reduzir as importações).

Qualquer observador do mundo contemporâneo percebe que este é um mundo em que há abundância e excedentes, e não escassez. Portanto, o problema central é o modo como os recursos estão distribuídos, o modo como o excedente é distribuído e utilizado. Mesmo nos países mais pobres, os casos de fome surgem não pela escassez de alimentos, mas pela má distribuição dos alimentos e recursos, como o Professor Amartya Sen (um autor que tenta também recuperar a teoria clássica) demonstrou num livro publicado em 1981.

Na teoria clássica, não há leis matemáticas exactas que determinam a distribuição num contexto de escassez inevitável, como na teoria actual. Na teoria clássica, a distribuição é uma questão institucional e política, que está aberta a várias soluções.

Em suma, o problema que enfrentamos não é a inevitabilidade da escassez, mas a má distribuição do excedente, que tem sido agravada pelas políticas seguidas. Enquanto a teoria económica continuar a ser construída em torno da noção de escassez, e não em torno da noção de excedente, será muito mais difícil perceber estes factos.


Investigar e reflectir sobre o mundo a partir duma ilha no meio do Atlântico é uma inspiração adicional?
Sim, não há sítio melhor para acabar a escrita de um livro.


Que conselhos daria aos jovens estudantes sobre os desafios da investigação?
Que estejam preparados para usarem o que aprendem sempre como um ponto de partida para descobrirem novas ideias, e não como um ponto de chegada. É mais fácil fazer uma carreira baseada na aceitação acrítica do que aprendemos, mas sem pensamento crítico não há verdadeira investigação.


2013/06/08

I Congresso de Ciência e Desenvolvimento dos Açores - envio resumos até dia 15 de junho


Até dia 15 de junho poderão ser enviados os resumos para as comunicações a apresentar neste Congresso.

Uma excelente oportunidade para refletirmos sobre a Ciência e o Desenvolvimento dos Açores.




2013/06/03

A Troika em Portugal! Desempenho e Perspetivas - 4 de Junho


Realiza-se na próxima terça-feira, pelas 18h30m, uma conferência organizada pela Ordem dos Economistas, intitulada “Dois anos de Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal: Desempenho e perspetivas”, pelo economista Miguel Malaquias Pereira.

A conferência realiza-se no auditório do Campus de Angra do Heroísmo e será um importante momento de reflexão sobre os resultados da presença da “troika” em Portugal.

2013/05/25

Estagiar U - última semana de candidaturas

 
A Vice-Presidência, Emprego e Competitividade Empresarial do Governo dos Açores abriu a 1 de maio as candidaturas ao programa Estagiar U, que poderão ser efetuadas até ao último dia daquele mês.

A duração dos estágios é de um mês, podendo decorrer entre 15 de julho e 30 de setembro nas empresas promotoras, públicas ou privadas.

O programa Estagiar, criado em 2010 com as vertentes L, dirigida a recém-licenciados e mestres, T, direcionada a recém-formados no ensino profissional, e U, destinada a universitários, tem sido um eficaz instrumento de inserção de milhares de jovens no mundo do trabalho.

O Estagiar U, que vai entrar agora na sua fase anual de apresentação de candidaturas, tem como destinatários os jovens estudantes residentes na Região que frequentem o ensino universitário em cursos que confiram o grau de licenciatura ou mestrado integrado no processo de Bolonha.

A compensação pecuniária atribuída pelo Governo dos Açores a cada estagiário é igual ao salário mínimo regional, ficando a cargo das entidades promotoras o seguro de acidentes de trabalho, que, obrigatoriamente, tem de abranger todos os estagiários.

O Estagiar U tem registado um crescente número de candidaturas desde 2010, atingindo, no ano passado, 739 candidaturas, das quais foram aprovadas 616.

Com base nas solicitações de informação sobre o programa que têm chegado aos serviços da Direção Regional do Emprego e Qualificação Profissional, prevê-se que se possam candidatar este ano cerca de mil universitários.

Este ano, pela primeira vez, as candidaturas ao Estagiar U serão feitas exclusivamente por via eletrónica, através do endereço www.estagiar.azores.gov.pt.
 
(informação recolhida no Portal do Governo)

2013/05/22

Ciclo de Debates “Praia da Vitória – Estratégias de Desenvolvimento 2013-2020”


O Município da Praia da Vitória irá promover um Ciclo de Debates, denominado “Praia da Vitória – Estratégias de Desenvolvimento 2013-2020”, com o objetivo de estruturar o seu Planeamento Estratégico numa visão da sociedade civil e de TODOS os que connosco pretendem contribuir para a conceção de um modelo de desenvolvimento económico e social mais justo.

O primeiro realiza-se no próximo dia 24 de Maio, pelas 10h15, sobre o tema Economia e Emprego – Diagnóstico e Contexto, que terá como oradores, entre outros, o Professor Nuno Martins, docente do Departamento de Economia e Gestão e Fernando Meneses, empresário e aluno do DEG.

 
Programa - 24 de Maio

10h15 - Sessao de Abertura

1.° Painel

Moderador: Dr. Roberto Monteiro

10h30 - Professor Nuno Ornelas Martins

"Retrato Sócio-Económico do Concelho e Perspetivas Estrategicas de Desenvolvimento"
11h00 - Dra. Isabel Berbereia

"Caraterização da Empregabilidade e do Desemprego do Concelho"
11 h30 - Fernando Meneses - Empresario do Concelho

"As empresas do Concelho no atual contexto Econónico e Social"
12h00 - Debate

2013/05/12

Conferência “O Turismo nos Açores" - 13 de Maio


A Delegação dos Açores da Ordem dos Economistas organiza, com o patrocínio da PwC, uma conferência subordinada ao tema “O Turismo nos Açores", a qual terá como oradores o Dr Miguel Fonseca (CEO da Newtour), Dr César Gonçalves e Dr Ricardo Sousa Valles (ambos da PwC). A conferência, que será em formato de debate, realizar-se-á no próximo dia 13 de Maio, pelas 17H30 no Hotel Terceira Mar, em Angra do Heroísmo.


O Secretariado da Delegação dos Açores da Ordem dos Economistas convida-o assim a estar presente nesta conferência, cuja participação é gratuita.

2013/04/18

Empreendedor por um dia! - venham testar novos produtos no centro de Angra do Heroísmo



 
Realiza-se no próximo sábado, dia 20 de Abril, a atividade “Empreendedor por um dia”, entre as 9h30 e as 12h30, na Rua da Palha, em Angra do Heroísmo.

Esta atividade, do Departamento de Economia e Gestão da Universidade dos Açores, envolve cerca de 30 alunos do 3º ano do Curso de Gestão, lecionado em Angra do Heroísmo, no âmbito da disciplina de Empreendedorismo. Consiste na apresentação de 9 ideias inovadoras de produtos ou serviços, que serão testadas no mercado nesse dia, estando à disposição da população e visitantes de Angra que se deslocarem ao centro da cidade no sábado de manhã.

As ideias de negócio que serão testadas são:

- Up&Down – sapato com atributo diferente do sapato normal: uma queda com dois tamanhos. Adequa-se à vida da mulher ativa, para que possa utilizá-lo em várias situações ao longo do dia;

- Barqueiro Zero – vinho sem álcool que surge como alternativa ao vinho tradicional. Um produto inovador que se mantém enraizado na tradição e que visa contribuir para a revitalização do setor vitivinícola da Região;

- Chafariz Açoriano – WAzorean – lançamento de uma água mineral natural produzida na ilha Terceira, diferenciada pela sua qualidade e origem de captação. “Das nascentes açorianas brota o verdadeiro sabor da vida!”

- Explorer Terceira – Venha beber o verde da ilha; Sentir o cheiro da maresia; e verá na Terceira o Paraíso; Com que sonhou visitar um dia;

- B|everyhere – Gestão de redes sociais – comunicam a sua empresa para lá do horizonte. Damos ritmo ao seu negócio, ao som de marketing, comunicação e profissionalismo;

- Caxajá – junção e aproveitamento de produtos regional de grande qualidade, nomeadamente o sumo/poupa de maracujá com cachaça produzida nos Açores;

- Sushitime – pretende dar a conhecer a cozinha japonesa, aliando a mesma ao peixe do mar açoriano;

- Zephyros – Azorean Equestrian Rides – ar livre, paisagem deslumbrante, a harmonia entre a terra e o mar, o homem e o animal. Apaixone-se pela ilha, passeando a cavalo por trilhos magníficos. Saboreie a vida, visite a Terceira!

- N’Dog – desenvolvimento de um pão de cachorro quente que permite ao consumidor o consumo do produto de forma mais fácil, prática e sem se sujar.

As eventuais receitas da atividade, serão doadas à CÁRITAS para o desenvolvimento de projetos de Empreendedorismo Social.

O evento conta com o apoio da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo.

2013/04/14

A fileira do leite - Situação atual e perspetivas futuras! 15 de Abril, às 21h45


A próxima sessão do Night Chat realiza-se no próximo dia 15 de Abril, tendo como tema a "A fileira do Leite! Situação atual e perspetivas futuras!". O evento realiza-se às 21h45, no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. 

Nesta série de conversas sobre a competitividade da economia açoriana que o Departamento de Economia e Gestão da Universidade dos Açores tem vindo a promover em Angra do Heroísmo, a próxima sessão terá como convidados:

- José Estevam Matos - docente universitário e investigador;

- Rodrigo Couto - gestor agrícola;

- José Mancebo Soares - administrador da PRONICOL.

O tema é muito interessante, atual e com relevância para o futuro da economia açoriana.

Não faltem!

2013/04/08

Next Generation Sequencing: a importância que pode ter para a economia açoreana



O Centro de BIotecnologia dos Açores (CBA) iniciou um ciclo de palestras com o intuito de apresentar à comunicade o seu trabalho de investigação, esperando desta forma contribuir para uma maior aproximação entre a comunidade científica e a sociedade.

O tema desta semana é "Next Generation Sequencing: a importância que pode ter para a economia açoreana", que será apresentada pelo Prof. Doutor Artur da Câmara Machado e terá lugar no dia 8 de Abril, das 18h às 20h no Auditório da Universidade dos Açores, no Pico da Urze, em Angra do Heroísmo.

2013/04/05

"Criatividade, Inovação e Competitividade" - Dia 8 de Abril, às 21h45



A próxima sessão do Night Chat é já no próximo dia 8 de Abril sobre o tema da "Criatividade, Inovação e Competitividade". O evento realiza-se às 21h45, no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. 

Nesta série de conversas sobre a competitividade da economia açoriana que o Departamento de Economia e Gestão da Universidade dos Açores tem vindo a promover em Angra do Heroísmo, a próxima sessão irá focar-se na problemática da Inovação e de como esta constitui um dos pilares fundamentais da competitividade das organizações.

O convidado é Luis Melo, CEO da Cybermap, empresa açoriana que recentemente foi considerada umas das melhores empresas para se trabalhar em Portugal.

Luís Cabral de Melo é natural dos Açores e licenciado em matemática-informática. Desenvolveu as suas competências na concepção e análise de sistemas de informação, gestão de Projetos e Inovação.

Iniciou a sua carreira em 1986 nos antigos CTT, onde desempenhou funções de analista-programador. Em 1992 tornou-se sócio-gerente da Futurinfor, empresa de informática. Em 2000 fundou a Cybermap, tornando-se CEO desta tecnológica que actua na área dos Sistemas de Informação Geográfica, Internet, Sistemas de Informação e Mobile.

Já por duas vezes considerada "parceira do ano" da ESRI Portugal, Microsoft Silver Partner em 3 áreas de competências, certificada em Qualidade pela ISO 9001, considerada pela Revista Exame e pela Accenture uma das 100 melhores empresas para trabalhar em Portugal em dois anos consecutivos 2012 e 2013, e única empresa dos Açores com o seu Sistema de Gestão de Inovação certificado pela NP 4057.

As anteriores três sessões do Late Night Chat, nesta 2ª edição sobre a competitividade da economia açoriana, dedicaram-se à Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial, à Fileira da Carne, e à Fileira das Energias Renováveis. A última sessão, no dia 15 de Abril, será sobre à Fileira do Leite.


2013/03/16

Energias Renováveis e os Açores. Uma aliança estratégica?

No âmbito do ciclo de conversas sobre a competitividade da economia açoriana eis que o Late Night Chat irá promover uma discussão à volta das Energias Renováveis e a sua importância para o desenvolvimento dos Açores.

São nossos convidados:

- Alámo Meneses - docente universitário e investigador;

- Mário Alves - do LAMTec (Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia, Universidade dos Açores);

- Paulo Monjardino - administrador da TERAMB EEM (Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental da Ilha Terceira)

O evento realiza-se na próxima segunda-feira, 18 de Março, pelas 21h45, na sala 3.7 do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
Participem! O Futuro depende de todos nós!

2013/03/12

Top Team FM Group Portugal - apresentação no dia 13 às 18h45

 
Amanhã, dia 13 de Março, pelas 18h45, no auditório do Campus de Angra do Heroísmo, da Universidade dos Açores, a Top Team realizará a sua apresentação de negócio na Ilha Terceira - Açores!


Não perca esta excelente oportunidade!

Poderá encontrar mais informações neste vídeo no youtube.
 

2013/03/09

A fileira da Carne! - Conversas sobre a Competitividade da Economia Açoriana

Uma conversa sobre as dificuldades e potencialidades da produção de carne nos Açores. São convidados:

- Henrique Rosa - docente universitário e investigador;

- Eliana Simões - produtora agrícola;


O evento realiza-se na próxima segunda-feira, pelas 21h45, na sala 3.7 do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.

Este é um contributo do Departamento de Economia e Gestão para a discussão sobre a Competitividade da Economia Açoriana. Participem. O FUTURO depende de todos nós!

2013/03/05

Vice-Presidente do Governo - Conversa sobre a Competitividade da Economia Açoriana

Teve início no dia 4 de Março a II Edição do Late Night Chat, com a presença do Sr. Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores. A sessão decorreu em ambiente de aula, na sala 3.7 do Edifício Pedagógico do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.


 A conversa teve como mote a Competitividade da Economia Açoriana, tendo o Vice-Presidente apresentado as principais medidas constantes na Agenda Açoriana para a criação de emprego e competitividade empresarial, para além de ter inicialmente presenteado a audiência com uma excelente aula de macroeconomia.


A plateia, maioritariamente composta por alunos, que ultrapassavam a centena, teve também oportunidade de colocar algumas questões relacionadas com o tema em análise, que foram prontamente respondidas pelo Dr. Sérgio Ávila.

A iniciativa do Late Night Chat também teve destaque no portal do Governo Regional dos Açores

A próxima sessão terá lugar no dia 11 de Março, versando o tema das Energias Renováveis.