2013/11/11

"The Work Shop"


A Associação para a Ciência e Desenvolvimento dos Açores (ACDA) está a organizar, em conjunto com o DCA, a APDR e o CEEAplA um workshop para criar interação entre os estudantes e o meio empresarial.

É um encontro que visa dinamizar ideias entre potenciais empregadores, públicos e privados, o sistema de ensino, profissional e universitário, recém licenciados e alunos de ensino superior. O encontro terá sessões paralelas e mesas redondas onde serão debatidos casos de sucesso e insucesso, perspetivas futuras e necessidades de mercado.

Temas das sessões paralelas: Saúde, História, Sociologia, Psicologia, Educação, Ambiente e Energia, Gastronomia, Qualidade e Segurança Alimentar, Engenharia, Agricultura, Gestão e Economia, Turismo, Informática, Filosofia e Biologia

DATAS IMPORTANTES

  • Até 20 de Novembro - Receção de resumos
  • 24 de Novembro – Comunicação de aceitação dos resumos
  • Até 10 de Dezembro - Submissão do artigo completo, por email
  • Até 10 de Dezembro - Inscrições no Workshop
  • 20 de Dezembro - Realização do Workshop

PROGRAMA

Dia 20 de Dezembro
09H00 – 09H30 | Recepção dos participantes
09H30 – 10H00 | Sessão de Abertura
10H00 – 10H45 | Mesa Redonda I
10H45 – 11H00 | PAUSA
11H00 – 12H30 | Sessões Paralelas I
12H30 – 14H00 | INTERVALO PARA ALMOÇO
14H00 – 15H30 | Sessões Paralelas II
15H30 – 16H00 | PAUSA
16H00 – 17H30 | Mesa Redonda II
17H30 – 18H00 | Sessão de Encerramento


Para mais informação contactar a ACDA - acdazores@gmail.com
http://acdazores.weebly.com/
www.facebook.com/acdazores

2013/11/10

Musa & Tuna - a nova presença musical no campus de Angra


Sofia Dutra, Relações Públicas da Musa & Tuna, frequenta, desde 2010, a licenciatura em Engenharia e Gestão do Ambiente. A Musa & Tuna tem como presidente Cláudia Melo  e como Magister, Carla Cipriano.


Quando surge a Musa & Tuna?

Este projeto surge no dia 28 de Fevereiro de 2011, quando um grupo de seis amigas, que tendo a mesma paixão em comum pela música se unem, para fazer algo diferente e divertido, umas sabiam tocar instrumentos e outras cantar e assim nasce a Tuna “Musa & Tuna”.



A apresentação da Musa & Tuna decorreu no sábado passado, dia 2 de Novembro. Que balanço fazes desse momento?

A apresentação do dia 2 de Novembro foi fruto de um longo e árduo trabalho tendo como resultado uma excelente apresentação. Correu tudo muito bem as vozes estavam afinadas, os instrumentos bem tocados e as pandeiretas e o estandarte bem coordenadas, como era desejado.


Quais são os planos mais imediatos para a Musa & Tuna? Onde vos poderemos ver? E a médio-longo prazo, o que gostariam de fazer?

Os planos mais imediatos para a Musa & Tuna, são de continuar a fazer um trabalho que agrade tanto a nossa comunidade estudantil, como o público em geral, sempre com o intuito de espelhar a verdadeira essência do espírito académico e acima de tudo, tentar levar o mais longe que conseguirmos o nome da Tuna e da nossa universidade dos Açores. A Musa & Tuna, já tem disponível o seu site. Nele, publicamos todos os convites para atuações, eventos, festivais, etc., assim como, os locais, datas e horas das mesmas.

A médio-longo prazo temos um projeto que já esta a ser trabalhado, que a seu tempo saberão. Além do que, estamos a construir mais musicas originais, a Boémia e o Instrumental, para enriquecemos e diversificarmos o nosso cancioneiro.




Sofia, obrigada pela entrevista e votos de felicidades e sucesso para a 'Tuna & Musa'!

2013/11/09

FIPED - Fórum Internacional de Pedagogia 2014



O FIPED Portugal IV vai ter lugar a 4 e 5 de Abril de 2014. O FIPED é um espaço para os alunos apresentarem os seus trabalhos de investigação, contribuindo para o enriquecimento de currículos e de pessoas. É também um espaço para aprender, em particular para os alunos que pretendam participar sem apresentar trabalhos, quer com as apresentações dos colegas, quer com as oficinas.

Embora ainda estejam distantes as datas de inscrição, agora é o momento ideal para começar a pensar em nos projectos de investigação a desenvolver. 

Incentivamos vivamente os estudantes e professores do campus a participar neste evento que é sempre um espaço de alegria, aprendizagem e de crescimento, e que tem acolhido trabalhos de todas as áreas do conhecimento por cá trabalhadas.

VENHAM!

2013/11/07

"Investigação para um Currículo Relevante" - apresentação de livro de Francisco Sousa


 
Francisco José Rodrigues Sousa, professor auxiliar no Departamento de Ciências de Educação, em Angra do Heroísmo, apresenta no próximo dia 9 de Novembro, pelas 18h00, o livro "Investigação para um Currículo Relevante", de qual é co-autor. A apresentação está integrada no programa do Outono Vivo 2013, a decorrer na Praia da Vitória.
 
Que respostas para a comunidade educativa podem ser encontradas no livro "Investigação para um Currículo Relevante"?
 
O livro evidencia que um trabalho sério de investigação-ação orientado para o estudo de problemas sentidos por profissionais da educação pode contribuir decisivamente para a resolução ou para a atenuação desses mesmos problemas. No caso particular do projeto ICR, do qual resulta esta publicação, um dos principais problemas abordados foi o desinteresse revelado por muitos alunos em relação à escola e ao currículo. O projeto orientou-se predominantemente para a compreensão das causas desse desinteresse ou alheamento, tomando por referência a hipótese de que ele estava associado a um défice de reconhecimento, por parte desses alunos, da relevância do currículo para a sua vida extraescolar. Com base nessa compreensão, foram delineadas estratégias de ensino através das quais se procurou aumentar, junto dos alunos, a consciência de que aquilo que os professores tentam ensinar-lhes na escola tem uma importância que não se esgota na própria escola, ou seja, não serve apenas para alimentar respostas a testes escritos. É conhecimento útil para a compreensão do mundo à sua volta e para a intervenção nesse mesmo mundo.
 
 
Em que consiste o processo de investigação colaborativa?

No caso particular da investigação em educação, consiste numa abordagem à investigação que implica a constituição de equipas nos quais todos têm o estatuto de investigadores - os universitários e os profissionais do ensino não superior -, no pressuposto de que todos possuem conhecimentos e competências importantes para a produção de conhecimento sobre a realidade educativa. Os primeiros porque têm, em princípio, uma formação mais avançada em investigação, que os torna capazes de transformar problemas que tendem a ser enfrentados de forma intuitiva em problemas abordáveis de uma forma metódica, que conduza à produção de conhecimento sólido e comunicável sobre esses mesmos problemas. Os últimos porque, num certo sentido, conhecem os referidos problemas melhor do que ninguém, sentem-nos "na pele" como ninguém, pelo que o seu contributo para a caraterização dos casos a estudar é indispensável. Não se trata, portanto, de uma abordagem à investigação em que investigadores externos (os universitários) se deslocam às escolas para recolher dados e os profissionais que trabalham nessas escolas desempenham o papel de fornecedores de dados. Trata-se, isso sim, de uma abordagem em que todos têm o estatuto de membros de uma equipa de investigação e a todos são reconhecidas competências úteis ao avanço do processo de investigação, numa perspetiva de complementaridade.
 
 
Este livro é um ponto de chegada ou de partida?

É um ponto de chegada na medida em que relata um projeto cujas atividades já estão encerradas. Poderá ser também um ponto de partida se contribuir para o surgimento de novos projetos de natureza semelhante. Mas o eventual surgimento de novos projetos de natureza semelhante depende de muitos fatores. Depende sobretudo, na minha perspetiva, da criação ou não de condições para que o trabalho dos professores investigadores seja reconhecido e valorizado. O projeto ICR dependeu em demasia do entusiasmo, dedicação e boa vontade de alguns professores. São necessários outros incentivos. E não me refiro necessariamente a incentivos de natureza monetária ou material. Refiro-me, por exemplo, à possibilidade de a participação em projetos deste tipo ser mais valorizada em sede de avaliação do desempenho docente nos ensinos básico e secundário.

2013/11/06

Circus caloirus



A festa continua no Campus de Angra, desta vez com o Circus Caloirus, praxe inserida no calendário da Comissão de Praxes 2013/2014, no Cristovão pelas 21:00.

2013/11/05

Professor Alfredo Borba - reeleito diretor do Departamento de Ciências Agrárias


Recentemente eleito para um novo mandato na direção do departamento de Ciências Agrárias, quais os principais desafios que tem pela frente?

Neste momento temos dois tipos de prioridades, as imediatas e as prioridades a médio logo prazo. De imediato temos que assegurar o funcionamento do ano letivo, o mais normal possível, depois deste arranque que podemos dizer ter sido catastrófico. A médio - longo prazo, temos que assegurar uma reestruturação do Departamento e a sua inserção dentro do Campus da Angra do Heroísmo, de forma a tornar este forte e dinâmico. O Departamento de Ciências Agrárias não é o Campus, mas é essencial a conjugação de todos os elementos constitutivos desse mesmo Campus, para este ser uma realidade cada vez mais pujante.


Que papel tem tido o DCA no desenvolvimento dos Açores?

Nos seus trinta e oito anos de existência o Departamento de Ciências Agrárias, conseguiu ser uma força que contribuiu, de forma decisiva, para criar a Região tal como hoje a conhecemos, formando a maioria dos técnicos que atuam nos Açores nas áreas da Agricultura e do Ambiente.


A ciência, a investigação e as empresas, é uma ligação que nem sempre é fácil de alcançar. Considerando a investigação que neste momento é desenvolvida aos vários níveis no DCA, perspetiva uma alteração a este nível? Que exemplos gostaria de realçar?

A investigação científica sofre, na maioria dos casos, um forte revés nos últimos dois anos. Toda a investigação ligada à Universidade, isto é, que não estava deslocada para centro exteriores, como a Fundação Gaspar Frutuosos, foi reduzida praticamente a nada. Os investigadores tiveram de fazer um grande esforço de redireccionamento dessa investigação, arranjar novas fontes de financiamento e começar, em muitos casos praticamente do zero. Este facto teve repercussões importantíssimas na produção científica do DCA, na composição das suas equipas de investigação e na sobrevivência de algumas outras. Para o futuro temos que recomeçar, em muitas áreas de novo, arranjar parceiros estratégicos e continuar a ser um pólo de desenvolvimento da área da agricultura e ambiente, como temos sido ao longo dos últimos 38 anos.


Como se pretende afirmar o DCA no mundo universitário, por via duma clara vantagem competitiva, no que concerne à sua oferta letiva e centros de investigação?

O DCA tem que reajustar a sua oferta letiva, nomeadamente na área das Ciências do Ambiente, e estabelecer parcerias estratégicas com outras instituições nacionais. Como o caso recente do protocolo estabelecido com a Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, ou de outros que estão em andamento, como o com o Instituto Superior de Agronomia, no que concerne à Arquitetura Paisagística.

No que diz respeito aos Centros de Investigação, vamos assistir a um rearranjo, com a nova candidatura à FCT, prevendo-se a integração de equipas em Centros de outras Instituições de Ensino Superior e a candidatura de um Centro do Departamento, o Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

2013/11/04

Entrevista com Hugo Cró, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo



Hugo Francisco Rodrigues Cró, natural do funchal, é aluno da licenciatura em Enfermagem, na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, Universidade dos Açores, e desde o ano letivo 2010/2011 é presidente da Associação de Estudantes respetiva. Neste momento encontra-se a estagiar na Bulgária, ao abrigo do programa Erasmus.


 Qual o balanço que fazes do último ano letivo? 

Apesar das limitações por falta de recursos, humanos e financeiros devido à situação económica da UAC, poderei referi que superou as espectativas. As aulas decorreram normalmente, e conseguimos alcançar os objetivos propostos. Do mesmo modo conseguimos realizar as várias atividades sociais, comunitárias e formativas.

 

Qual a atividade mais emblemática da associação desenvolvida neste último ano letivo?

Foi a co-organização entre a Associação de Estudantes da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo (AEESEnfAH), da Universidade dos Açores, Fundação Internacional Make-a-Wish Portugal em parceria com a escola e o Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro. O projeto de ação, para o ano letivo de 2012/2013, o envolvimento em causas sociais e comunitárias, realizada a 5 de Abril do presente ano, na Praça Velha de Angra do Heroísmo, que resultou numa angariação de fundos e um evento.

 
Devo realçar outros projetos, tais como, Enfermolândia que teve e tem como ação o envolvimento com a comunidade com vista a alargar a rede de contribuição mútua, ou seja, é um conjunto de iniciativas, que contribuíram para alargar o conhecimento teórico-prático, bem como, promover o bem-estar fisico, psiquico, social e espiritual dos estudantes e de todos os participantes, nesse movimento de saúde.  A Enfermolândia está dividida em 4 eixos: a Formação, a Comemoração Académica, o Evento e a Ação Social. 

 


E por fim, Os Minutos de Enfermagem que teve como a finalidade de aproximar e dar a conhecer a Escola de Enfermagem da ilha e a sua Associação de Estudantes promovendo uma ligação próxima, dos futuros profissionais de saúde que aqui se formam, com o meio envolvente. São lançados desafios temáticos, com regras pré determinadas, às turmas ou grupos de alunos, com o mote «Está na Hora de pores a Tua Criatividade a Promover Saúde!!». Assim conseguir-se-á um melhor nível de bem-estar tanto dos estudantes como dos destinatários desta ação desafiadora.

Quais as atividades que estão previstas para o ano letivo 2013/2014?

Dar continuidade aos mesmos projetos (Enfermolândia e Minutos de Enfermagem), através dos mesmos e de novos parceiros, assim como, continuar com as metas proposta (Lista H) desde o anterior mandato, que são: continuar Com e Pelo Humanismo (um exemplo de Integração Comunitária que deve ser mantida); continuar Com e Pela Humanidade (um exemplo de Respeito Mútuo que deve ser mantido); continuar Com e Pela Honra (Cumpriremos); continuar Com e Pela Heterogeneidade (um exemplo de aceitação da diferença que deve ser mantido) e continuar Com e Pela Honestidade (um exemplo real de Dedicação à Verdade).

É o que acreditamos e vamos mais uma vez Continuar a ser o Exemplo!  



Como vês a situação atual da Universidade dos Açores e como poderão os alunos contribuir para melhorar a situação?

Como é do conhecimento geral, a situação da nossa Universidade não é muito favorável quer para os alunos quer para os docentes que integram esta instituição, estamos a atravessar um dos períodos mais críticos dos últimos anos desde a falta de recursos humanos a materiais, falta de verbas e apoios e é claro que se sente na comunidade universitária, especialmente os alunos. Devem ser criados núcleos (ou recorrer junto da Associação de Estudantes) especializados onde os alunos possam opinar, sugerir, discutir e esclarecer-se acerca da situação actual da Universidade e quem sabe dar contribuições pertinentes. Os professores devem, igualmente, servir como parte interventiva assumindo um papel de orientador. Esperamos também que os alunos tenham fé na instituição e acreditar que há uma possibilidade de vencermos estes tempos menos bons, porque estas são as alturas em que a criatividade sobressai.