2013/12/09

Construindo o Presépio no Campus...


A AECAH convida todos os alunos do Campus de Angra do Heroísmo para colaborar na construção do presépio do campus. Há já um grupo de alunos que se voluntariou para obter pedras, leivas e outros materiais de base, mas num presépio cabe muito mais!

Quem estiver interessado em colaborar, pode deixar ficar uma peça decorativa no caixote que está junto à reprografia, até ao dia 16, na próxima semana (segunda-feira).

Para mais informações, contactar a AECAH.

Telefone: 295 402 200
Telemóvel: 96 870 13 39
Fax: 295 402 205
Endereço electrónico: jpimentel73@hotmail.com

2013/12/08

Parceria da AECAH com o Ginásio da Educação Da Vinci


No passado dia 4 de dezembro foi assinado um protocolo de parceria entre a empresa representante da marca Ginásio da Educação Da Vinci em Angra do Heroísmo e a Associação de Estudantes do Campos de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.


Conceito da marca Ginásios Da Vinci

Nos Ginásios da Educação Da Vinci não se pratica o físico, exercita-se o cérebro. Os Ginásios da Educação Da Vinci são uma marca 100% nacional, com mais de 30 unidades distribuídas por todo o país, de serviços de educação, formação e psicopedagogia, que disponibilizam uma gama diferenciada de serviços no âmbito da educação formal e não formal.

A parceria entre a AECAH e o Ginásio da Educação Da Vinci prevê condições especiais para todos os alunos do Pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, nomeadamente, 20% sobre os preços de tabela base em explicações e apoio ao estudo, isenção da taxa de inscrição e oferta do seguro de aluno.

Atendendo às necessidades sentidas pela associação, no que concerne aos espaços de estudo para os alunos, serão disponibilizadas salas de estudo a todos os alunos do Pólo de Angra, independentemente de estarem a frequentar os Ginásios Da Vinci ou não.

Os serviços oferecidos pelo Ginásio Da Vinci são: explicações, apoio escolar, estudo acompanhado, explicações individuais, preparação de exames (Provas de Aferição, Exames Nacionais, Exame especial de acesso ao Ensino Superior para M23, planos de recuperação, revisão de provas, traduções, psicologia e psicopedagogia (Psicoterapia, Técnicas de Estudo, Orientação vocacional), terapia da fala, nutrição, formação profissional, línguas, informática, música, artes plásticas, workshops, atividades de férias, etc. 



Contactos

Rua Frei Diogo das Chagas, n.º 24/28 
9700-087 Angra do Heroísmo

295 212 248
915 933 474, 
angra@davinci.edu.pt

Vamos Ouvir... Uma História da Música


Na passada sexta-feira, 6 de Dezembro, tivemos o prazer de ouvir o Prof. João Pedro Barreiros fazer uma síntese da evolução da música do século XVII ao século XX, durante uma hora, tendo-se seguido um interessante diálogo com a audiência.


Mais fotos...

2013/12/05

""Uma História da Música" - João Pedro Barreiros, dia 6 Dezembro, às 21h45


Esta iniciativa, na linha dos ciclos 'Nós e os Livros' tem dois objectivos, sendo o primeiro didáctico - pretende-se oferecer uma visão da música que passe além dos tops e alojar o bichinho da curiosidade nos ouvintes. Para além da componente didáctica, queremos oferecer na universidade um espaço de prazer. A universidade tem no seu seio lugar para a cultura, mas também para a descontracção e para a convivência e abertura à comunidade. 

A primeira sessão teve lugar no dia  11 de Outubro com o grande músico terceirense, Luís Bettencourt, que levou-nos até aos ritmos dos Blues.

Amanhã, 6 de Novembro, é a vez do professor João Pedro Barreiros conduzir-nos através de "Uma História da Música", pelas 21h45, na sala de Reflexão do Campus.

Seguem-se outras duas sessões:
  • José Ribeiro Pinto, com Jazz, a 14 de Março de 2014;
  • Miguel Costa, com Novos Rumos, Velhas Tendências, a 16 de Maio de 2014.

As sessões são ABERTAS A TODOS - comunidade académica, antigos alunos, e todas as pessoas desta ilha com amor à música!

2013/12/04

"A Investigação e a Inovação na Qualidade em Saúde" - 5 e 6 de dezembro



 
De acordo com as actividades relacionadas com o Projecto ICE2 (Investigação Científica em Enfermagem), financiado pelo Programa de CooperaçãoTransnacional Madeira – Açores – Canárias 2007-2013, sendo Chefe de Fila a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo - Universidade dos Açores e parceiros o Departamento de Enfermagem - Universidade de Las Palmas da Gran Canária e o Centro Competência Tecnologias da Saúde - Universidade da Madeira, cujo objectivo é impulsionar a investigação científica em enfermagem na vertente das úlceras por pressão, encontra-se a desenvolver o Congresso Internacional de Investigação Científica em Enfermagem IV - CIICE.

No evento serão apresentados os resultados de todas as actividades do projecto, que terá lugar nos dias 5 e 6 de Dezembro de 2013 em Angra do Heroísmo (Auditórios do Campus de Angra do Heroísmo - UAc e Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo-UAc).

Mais informações e inscrições gratuitas em http://congressoinvestigacaoenfermagem.blogspot.pt/

2013/12/03

Vozes do Campus: Joana Ribeiro sobre

Inauguramos hoje um espaço no Há Vida no Campus, preconizado desde a sua concepção, sob o título 'Vozes do Campus'. Neste espaço pretendemos receber contributos de docentes e discentes sobre temas diversos, já que a vida no campus também passa pela discussão intelectual.

Temos muito gosto em apresentar o texto da aluna de Gestão, Joana Ribeiro, sobre uma (re)visão do ensino de Economia nas universidades. Serão muito bem-vindos contributos de outras áreas (havidanocampus@gmail.com).




Há vida no campus (da Manchester University)

No início do ano académico de 2012/2013, estudantes de Economia da Universidade de Manchester assistiam a uma palestra na qual se questionava se os licenciados em Economia estariam aptos ao seu desígnio. Neste evento, economistas de renome discutiam se os estudantes de Economia estariam a aprender o que realmente importa, face à crise financeira de 2008. Este foi o acontecimento que despoletou a criação da “Post-Crash Economics Society”.

De acordo com os seus fundadores, um grupo de estudantes de Economia da referida universidade, esta sociedade teria o objetivo de trazer aquela discussão a Manchester, através de pesquisa, organização de eventos e criação de workshops.

Hoje em dia, esta sociedade já tem plenos direitos, um clube literário, um evento de lançamento encabeçado por economistas de topo a nível mundial, estudantes e apoiantes académicos, uma petição que ganha cada vez mais assinaturas, ligações a uma rede nacional de sociedades económicas e muita paixão e determinação, segundo os próprios, para mudar o estado atual da educação económica.

Mas para a Post-Crash Economics Society este é apenas o início, tencionam que esta sociedade se enraíze no panorama económico de Manchester, promovendo discussão sobre o que é a Economia, o que deveria ser e como deveria ser lecionada.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, do dia 24 de Outubro, Joe Earle, o porta-voz da Post-Crash Economics Society, chama a atenção para as perguntas de escolha múltipla e as questões matemáticas que dominam os primeiros anos de Economia, afastando os alunos da leitura e dissertação escrita, características de disciplinas como a “História do Pensamento Económico”. Para Earle, como consequência os estudantes nunca chegam a desenvolver as capacidades necessárias para terem pensamento crítico, avaliar e comparar teorias económicas, entrando, por isso, no mercado de trabalho com uma falsa crença do que é a Economia e com um conhecimento base limitado à teoria neoclássica.

No entanto muitos alunos da Manchester estudam Economia num contexto interdisciplinar, juntamente com outras ciências sociais, especialmente Filosofia, Política e Sociologia, ganhando assim conhecimento mais amplo que lhes permite um olhar alternativo sobre o fenómeno social.

Assim sendo, a Post-Crash Economics Society preconiza um maior alcance do enfoque teórico, acompanhado pelas ferramentas da teoria neoclássica, mas que ofereça uma maior compreensão sobre o que é melhor para uma Economia, não só o crescimento em termos de lucro, mas de sustentabilidade, equidade e consciência social.

Mas…e nós? Qual a nossa opinião sobre toda esta problemática? Muitos de nós já nos questionámos e já questionámos os nossos professores sobre onde se encontra a Economia à luz da crise de 2008 e de todos os acontecimentos que lhe vêm sucedendo. Na realidade é impossível passar ao lado de toda esta questão, visto encontrarmo-nos num dos países mais abalados por esta crise que todos os dias se repercute na nossa vida.

Saliento também, as discussões ricas e algumas vezes inflamadas que esta questão tantas vezes desencadeia nas nossas aulas, ainda que por imperativos programáticos sejam assuntos apenas trazidos a lume quando tentamos contextualizar aquilo que aprendemos. Louvo os nossos professores que permitem que façamos estas incursões extra-programáticas mas tão pertinentes… e questiono também, o porquê de serem extra-programáticas?

Compreendo a dificuldade de se modificarem planos de estudos já alterados com a revolução do Processo de Bolonha, daí, que na minha perspetiva, como aluna do Departamento de Economia e Gestão da Universidade dos Açores, gostaria de ter um maior enfoque em toda esta questão, com a promoção de argumentações, dissertações, palestras e até com alguma produção científica a este respeito. Tal como tem sido apanágio do nosso departamento, enriqueçamos o nosso currículo e opinemos também sobre o que é a Economia.

Joana Morais Ribeiro
Aluna do 2º ano da Licenciatura em Gestão


Bibliografia:
The Guardian, quinta-feira 24 de Outubro de 2013
www.post-crasheconomics.com

2013/12/02

O FIPED Portugal pelos olhos de uma aluna

Jéssica Rocha (esquerda) apresentando "Indicadores de Gestão Pública na Região Autónoma dos Açores" no FIPED Portugal III (2013)

Jéssica Rocha, 20 anos, é finalista da licenciatura em Gestão e membro da filarmónica e da direção da Sociedade Musical e Recreio da Terra-Chã.

Jéssica, participaste no FIPED Portugal III, que decorreu no campus de Angra a 12 e 13 de Abril de 2013 e este ano voltas a participar, desta vez envolvida na organização. O que te levou a participar no ano passado? Como foi a experiência de investigação?

O desafio foi colocado pelo professor e pela minha colega que fizeram o trabalho comigo. Achei interessante logo à partida, mas sabia que daria algum trabalho, e como eu gosto de desafios resolvi aceitar, assim também poderia adquirir algumas competências que o curso por si só não me iria trazer.

Para além de todos os conhecimentos que fui adquirindo ao longo da investigação relativamente ao tema em causa, o mais desafiante foi realmente falar em público, e na presença de investigadores. O que acabou por se revelar uma experiência importante para o desenvolvimento desta competência que eu considero essencial na área da Gestão. Também a “avaliação” que os investigadores presentes fizeram no fim da apresentação, ajudou-me a melhorar para uma próxima apresentação no futuro.


Quanto ao evento em si, presumo que gostaste, já que aceitaste o desafio de passar para a organização. Quais foram os aspectos que mais gostaste? O que gostarias de ver a acontecer neste ano?
Alguns dos aspetos que mais me cativaram foram, por exemplo, a variedade de trabalhos apresentados nas diversas áreas por estudantes de licenciatura ou mestrado integrado, o que demonstra que os estudantes realmente estão a despertar cedo para a investigação e de certa forma contribuir para que um aluno de Gestão, como eu, saiba o tipo de trabalho que os colegas de ciências farmacêuticas, ou de ciências da educação desenvolvem, pois cada vez mais é importante a interação entre os diferentes cursos, e as diferentes áreas de estudo.

Daí que um dos fatores que me levou a passar para a organização, foi tentar cativar os meus colegas de curso para uma eventual participação no FIPED IV, e era realmente uma das coisas que eu gostava de ver acontecer este ano.


Estás a planear apresentar trabalhos de investigação em 2014? É difícil conciliar a investigação com as actividades académicas normais?
Sim, é uma das coisas que eu gostava de fazer.

Quanto à dificuldade de conciliação com as atividades académicas normais, realmente exige um esforço extra, tendo em conta que, tal como aconteceu comigo no ano anterior, o trabalho não está inserido em nenhuma unidade curricular do curso, e neste sentido é uma investigação extracurricular, mas não há nada que não se faça, quando se tem vontade, e quando se gosta, acho que é só uma questão de organização da agenda, e não deixar que as coisas se acumulem.

Finalmente, recomendam o evento aos vossos colegas?
Sim, acho que é uma ótima experiência participar neste tipo de eventos, fazendo uma apresentação, ou mesmo só para assistir. É realmente um ótima experiência, pois permite desenvolver um trabalho de investigação numa área à escolha, permite uma interação com investigadores que nos ajudam e nos transmitem formas de melhorar e permite, tal como eu já disse, interação entre cursos, e adquirir competências de comunicação. Para aqueles que não pretendam desenvolver nenhum trabalho de investigação, a assistência é muito importante, pois o FIPED não é apenas um Fórum onde se apresentam trabalhos de investigação, mas também promove oficinas nas diferentes áreas, mesas redondas, e além disso oferece a noite cultural, onde se pode conviver de forma mais informal.


Jéssica, obrigada pela entrevista e votos de bom trabalho!