2014/02/04

Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2014


Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 04/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores


A Comissão Europeia lançou a edição de 2014 dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial.
O objetivo é recompensar as iniciativas mais criativas e bem sucedidas de organismos públicos e parcerias público-privadas da UE que promovem o empreendedorismo e, em especial, as pequenas e médias empresas.
Na primeira fase os concursos decorrerão a nível nacional e, em maio, os vencedores de cada país serão selecionados para a competição internacional.
O prazo para envio das candidaturas nacionais é 10 de março.
As seis categorias de prémios são: Promoção do empreendedorismo; investimento em qualificações; melhorar o enquadramento empresarial; apoio à internacionalização das empresas; apoio ao desenvolvimento de mercados verdes e à eficácia dos recursos e iniciativa empresarial responsável e inclusiva.
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PERCURSOS: Pedro González

Hoje inauguramos uma nova rubrica no Há Vida no Campus, intitulada "Percursos", com o objectivo de dar a conhecer as pessoas que compõem o Campus de Angra do Heroísmo, nomeadamente dos departamentos de Ciências Agrárias, de Ciências da Educação e da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo. 

Começamos com o Prof. Pedro González, do Departamento de Ciências da Educação.


Quem é Pedro González?
Sou um Docente, um professor, um “trabalhador intelectual” orientado por um conceito de educação/formação que extravasa o contexto escolar, que abrange uma leitura social, política, não partidária necessariamente. Considero que faço a minha intervenção na “polis” através do que faço na minha profissão, e na minha vida. Defendo uma leitura da educação que assenta na solidariedade ou cooperação (conceitos, se calhar, gastos nos dias que correm), de ter em conta o outro; que assenta também numa aposta na autonomia (valor oposto à obediência), porque acredito nas pessoas. Por isso, aposto em que as pessoas (alunos, docentes) se juntem a reflectir em conjunto sobre a sua profissão, sobre eles próprios e seu papel na sociedade de hoje. Aposto, e confio, como os pais fazemos com os nossos filhos, em que as pessoas podem ser donas de si próprias, encontrar o seu caminho, não depender sempre do “pai”. Por isso, deixo espaço para os outros no que faço, incentivo que os outros façam o que eu sou capaz de fazer, e fazer melhor ainda. Por isso, fui saindo, discretamente, da coordenação do Núcleo Regional do Movimento da Escola Moderna, embora continue apoiando e disponível. Por isso, fui saindo da coordenação do FIPED, embora ainda esteja lá dentro e disponível.

O que destaca do seu percurso?
Se calhar, o que poderia destacar é a coerência das ideias, da caminhada, dos objectivos. E não é fácil. Ser coerente implica, muitas vezes, estar, e ser, ao arrepio dos outros, das ideias-moda, dos valores-moda. Também não é teimosia oca. Procuro é coerência com os valores que defendo, com o que digo, com o que faço, com o que perspetivo. Mas tenho tido sempre, em primeiro lugar, as pessoas.

Onde se vê em 2020?
Na última década aprendi a gerir um outro conceito de tempo. Vejo o tempo “com mais tempo”. Não tenho “urgências”, ou tenho menos. Posso dizer como dizia Pablo Neruda “confieso que he vivido”. Sempre gostei de viajar, e tenho viajado, e desfrutado muito. Sempre gostei de “trabalhar com as pessoas”. Continuo a sonhar o espaço onde vivo que seja melhor (nestes momentos, já não sonho ou sonho menos com “um mundo” melhor. Sonho apenas “um contexto melhor” onde eu posso influenciar) Por isso, em 2020 vão-me encontrar sonhando, viajando, gostando de fazer o que faço, gostando de trabalhar com as pessoas. E espero que, em 2020, abramos melhor os olhos para o mais nefasto do neoliberalismo e avancemos para formas de organização económica e social mais humanas, como alguns dos nossos “ídolos” sonharam.

O que gostaria de fazer, que ainda não conseguiu fazer, mas que vai fazer?
Gostaria de voltar a uma dinâmica mais interessante de trabalho com as pessoas, de formação. A “crise” tem-nos cortado muito as pernas, os projectos, as atividades. Sinto (e sentimo-nos) desperdiçados, sub-desempregados, desaproveitados. Tem que, e pode, ser diferente. Quero continuar, e melhorar, o trabalho em parceria com colegas e universidades estrangeiras. Quero continuar, e melhorar, o trabalho que venho, e vimos, fazendo com outros colegas de refletir sobre as práticas dos professores e melhorar as aprendizagens dos alunos.

A conferência de Paulo Fialho - "Medidas óticas de aerossóis"



Paulo João de Lemos Cabral de Sousa Fialho, professor catedrático do Departamento de Ciências Agrárias, investigador no Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores e pró-reitor para a Qualidade, Avaliação e Ensino à Distância,  proferiu ontem uma conferência intitulada "Medidas óticas de aerossóis". Vamos saber do que se tratou a conferência:


- De que tratou a conferência “Medidas óticas de aerossóis”??

A conferência abordou a problemática da medida de aerossóis com recurso a instrumentos que medem a alteração que a propagação e a energia da radiação ("luz" quando na região do visível) quando esta é atravessada por partículas sólidas/líquidas muito pequenas (aerossóis, no caso com diâmetros inferiores a 0,010 mm). Quando a radiação encontra aerossóis na sua trajectória ela altera a sua trajectória e parte da sua energia pode ser absorvida pelos aerossóis. O conhecimento da quantidade de aerossóis na atmosfera é importante para ajudar a compreender o modo como a sua presença afecta: a quantidade de energia solar que atinge a superfície terrestre; a quantidade de energia emitida pela superfície terrestre que "escapa" do planeta.

- Que tipo de investigação tem vindo a ser feita neste âmbito no CITA-A?

Esta investigação tem sido feita no Centro do Clima, Meteorologia e Mudanças Globais da Universidade dos Açores com a colaboração do Governo Regional, tem consistido em duas componentes: uma primeira, desde 2001, que resulta da monitorização continuada dos níveis de concentração dos aerossóis que absorvem energia na região do visível, na troposfera livre (acima da camada de nuvens, por isso a colocação do observatório no "topo" da montanha do Pico); outra de desenvolvimento de novos modelos que permitam interpretar os sinais recolhidos pela instrumentação aí colocada.

- Qual a relevância desta investigação ser realizada no arquipélago?

Como referido na resposta à pergunta anterior, as medidas têm de ser realizadas na camada acima das nuvens, e a montanha do Pico no território português apresenta características únicas que nos permitem estar nestas condições durante uma parte significativa dos dias do ano. A outra razão muito importante é que no meio da região do Atlântico não há outra, um país pode fazer este tipo de estudos, não porque queira, mas porque tem o território que o permite, e Portugal tem e este encontra-se no arquipélago dos Açores e em particular na ilha do Pico.

2014/02/03

Objetivos para o clima e energia na UE em 2030


Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 03/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores

A Comissão Europeia apresentou os pilares do novo quadro da UE para o clima e energia em 2030, com o objetivo de criar uma economia competitiva, segura e hipocarbónica.

São eles: uma redução das emissões de gases com efeito de estufa de 40%, em relação ao nível de 1990, um objetivo, vinculativo à escala da UE, de pelo menos 27% para as energias renováveis, ambições renovadas para as políticas de eficiência energética, um novo sistema de governação e uma série de novos indicadores destinados a garantir a competitividade e a segurança do sistema energético.

A comunicação que define o quadro de 2030 será debatida ao mais alto nível, nomeadamente no Conselho Europeu e no Parlamento Europeu.

Para mais informações consulte a página de Internet do Europe Direct Açores em: www.europedirect.uac.pt e siga-nos nas redes sociais, através do Facebook e do Canal no Youtube.


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Conferência “Medidas óticas de aerossol”


A conferência “Medidas óticas de aerossol” realiza-se hoje, a partir das 18h00, no auditório do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, no Pico da Urze. O orador será Paulo Fialho, investigador do Centro de Investigação e TecnologiasAgrárias dos Açores, pró-reitor para a Qualidade, Avaliação e Ensino à Distância e professor catedrático do Departamento de Ciências Agrárias.
 
O evento está integrado no ciclo de palestras que o Centro de Biotecnologia dosAçores tem vindo a promover com o objetivo de dar a conhecer o trabalho de investigação realizado pela Universidade dos Açores, contribuindo assim para uma maior aproximação entre a comunidade científica e a sociedade.

2014/02/02

Dia Mundial das Zonas Húmidas - Lagoas Temporárias da ilha Terceira



 O Dia Mundial das Zonas Húmidas é celebrado a 2 de fevereiro, e decorre da Convenção Ramsar, assinada em 1971 que entrou em vigor desde 1975, visando promover a cooperação internacional e incentivar as ações nacionais no sentido de promover uma gestão racional e sustentável das zonas húmidas.

Associamo-nos à comemoração deste dia, publicando um poster científico do Grupo de Biodiversidade dos Açores, intitulado “Lagoas Temporárias da Terceira: um hotspot de biodiversidade para a conservação”, da autoria de Lucas Lamelas, Margarita Florencio, Vítor Gonçalves, Rui B. Elias, Laura Serrano, Adolfo Cordero e Paulo AV Borges.


Curiosidade: a Lagoa do Negro, na ilha Terceira, figura como a lagoa do mês de fevereiro da European Pond Conservation Network.

2014/02/01

Erasmus 2014-2015: candidaturas de 6 de janeiro a 28 de fevereiro de 2014


 Está decorrer, de 6 de janeiro a 28 de fevereiro de 2014, o período de candidaturas para as bolsas de mobilidade Erasmus, para as seguintes modalidades:

          SMS – estudantes para estudos
          SMP – estudantes para estágio
          STA – pessoal docente para missão de ensino
          STT – pessoal docente e não docente para formação

Os potenciais interessados deverão enviar as suas candidaturas para o GRI, devidamente preenchidas e assinadas. Os formulários estão disponíveis em neste link.

Para mais informações sobre as universidades com as quais a UAc tem Acordos Bilaterais para o período de 2014-2020, favor contactar com o Gabinete de Relações Internacionais da Universidade dos Açores.