2014/02/11

Concurso para financiamento de Clubes Europeus - REMINDER


 


Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 11/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores
Recordamos que termina a 15 de fevereiro o prazo para envio de candidaturas para o concurso anual de financiamento de Clubes Europeus, destinado a todos os estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo que tenham um Clube Europeu em funcionamento e devidamente registado na Base de Dados da Rede Nacional de Clubes Europeus.
 
O tema a concurso este ano letivo é: “Portugal no Centro da Europa – contributos portugueses
para a construção europeia”.
 
O esclarecimento de dúvidas sobre o concurso deverá ser realizado através do email: clubeseuropeus@dge.mec.pt.
 
Para mais informações aceda à página oficial em: http://dge.mec.pt/clubeseuropeus ou consulte a página de Internet do Europe Direct Açores em: www.europedirect.uac.pt e siga-nos nas redes sociais, através do Facebook e do Canal no Youtube.

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PERCURSOS: Francisco Sousa


Quem é Francisco Sousa?

Professor Auxiliar do Departamento de Ciências da Educação da Universidade dos Açores, investigador do CIEC (Centro de Investigação em Estudos da Criança, Universidade do Minho), coordenador da pós-graduação em e-learning na UAç.


O que destaca do seu percurso?

Depende. Destacar em função de quê? Se for em função do grau de dificuldade dos obstáculos, destaco o facto de, com dez anos de idade, acordar às cinco e meia da manhã e passar três horas por dia em autocarros, a fim de frequentar a escola. Daí para a frente os obstáculos têm sido menos difíceis. Se for em função do prazer em realizar determinadas atividades, destaco o facto de ter estudado um ano na Columbia University – uma universidade de referência, localizada numa cidade fascinante (Nova Iorque). Em termos de construção da identidade profissional, destaco o facto de hoje trabalhar mais em equipa e em parceria do que no passado. O projeto ICR, do qual resultou uma publicação já referida pelo blog "Há Vida no Campus" constitui o principal testemunho de um trabalho colaborativo, neste caso com professores do ensino básico, em que me envolvi recentemente. Relativamente a outros desafios profissionais, destaco o meu interesse recente pelo e-learning. Mas o que mais contribui para que me sinta profissionalmente realizado são pequenos episódios que evidenciam algum reconhecimento da relevância do meu trabalho. Não me refiro necessariamente a prémios ou elogios. Refiro-me sobretudo a situações em que ex-alunos me têm abordado, pedindo-me ajuda no esclarecimento de questões relativas às suas atividades profissionais ou académicas. Julgo que episódios deste tipo são reconfortantes para qualquer professor, na medida em que nos fazem sentir úteis, conscientes de que o nosso trabalho é reconhecido pelos alunos como relevante, não servindo apenas para obterem aproveitamento académico.


Onde se vê em 2020?

Academicamente, espero estar em qualquer lugar onde possa trabalhar com dignidade, sem me afastar muito da família, na realização de tarefas socialmente relevantes. A sociedade contemporânea é muito carregada de incertezas. Não sei onde estarei em 2020, mas não me desagrada a possibilidade de continuar a trabalhar no campus universitário de Angra do Heroísmo, produzindo a partir daqui trabalho que seja útil neste e noutros lugares. Neste momento, por via do investimento no já referido interesse em e-learning, já tenho alunos residentes em São Miguel sem ter de me deslocar ao campus de Ponta Delgada, sem usar o sobrecarregado sistema de videoconferência da UAç e sem que isso implique perda de qualidade do ensino (antes pelo contrário), conforme demonstrado pela avaliação do trabalho letivo que já realizei via e-learning .

Gostaria, aliás, que a discussão deste tema ultrapassasse o patamar das experiências individuais e fosse situada no plano institucional. Onde se vê a UAç em 2020? Como se situa a UAç face a um mundo cada vez mais virtualizado? A UAç não deveria investir seriamente em e-learning? Em 2020 ainda haverá muita gente a pensar que ensino a distância é sinónimo de videoconferência? Em 2020 ainda estaremos a discutir as dificuldades de financiamento da deslocação de docentes e a disputar reservas das salas de videoconferência?


O que gostaria de fazer, que ainda não conseguiu fazer, mas que vai fazer?

Gostaria de participar noutro projeto de investigação colaborativa com professores do ensino não superior, com características comuns ao já referido ICR, mas menos dependente de boas vontades individuais, ou seja, mais assente num reconhecimento generalizado da importância de uma componente investigativa no trabalho dos docentes do ensino não superior, visando a resolução de problemas com que se confrontam nas suas escolas e salas de aula. Gostaria também de convencer mais colegas e decisores de que ensino a distância não é sinónimo de videoconferência e de que, embora haja muitas situações que não dispensam o ensino presencial, é possível e desejável, com vantagens para a UAç, fazer na área do e-learning mais do que se faz atualmente – com muito mais abrangência, consistência e qualidade. Ainda a propósito deste assunto, gostaria que em 2014/15 o curso de pós-graduação em e-learning entrasse em funcionamento na UAç (em 2013/2014 faltaram duas matrículas).

2014/02/10

Conferência "Os desafios da Economia do Século XXI", por Nuno Martins - Transmissão online



A conferência "Os desafios da Economia do Século XXI", pelo professor Nuno Martins, terá lugar no próximo dia 10 de fevereiro, pelas 19h00, no auditório do Campus de Angra do Heroísmo, da Universidade dos Açores.

O evento inclui a apresentação do livro "The Cambridge Revival of Political Economy", de sua autoria, bem como comentários de Francisco Maduro Dias.

O evento será transmitido online, no seguinte canal:


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Candidatos a Reitor - Entrevista ao Professor Tomaz Dentinho

O "Há Vida no Campus!" iniciou uma série de entrevistas aos
três candidatos ao cargo de reitor da Universidade dos Açores.
Falamos hoje com Tomáz Dentinho, professor auxiliar
com agregação


1. Quais são as suas prioridades imediatas para este mandato?

O diagnóstico está feito. A Universidade vive da quantidade e qualidade do ensino e da investigação e ao longo do último mandato reitoral tem vindo a perder alunos e projetos de investigação e prestação de serviços porque, por um lado, não responde à procura potencial de ensino superior e, por outro lado, não estimula a produtividade académica e científica dos docentes e investigadores.

No Plano Estratégico que apresentei proponho cinco medidas urgentes que, se não forem tomadas nos próximos três meses, põem em causa muito do capital humano que a Universidade tem vindo a criar comprometendo-se assim o desenvolvimento e sustentabilidade de áreas estratégicas da instituição. As medidas urgentes são: 

a) A negociação de um novo acordo de recuperação financeira que aposte no aumento no número de alunos e das receitas e não na redução dos custos com pessoal; 

b) A alteração dos Estatutos da Universidade dos Açores; trata-se de reduzir o número de unidades orgânicas adequando-as às especificidades insulares aumentando a sua liberdade e responsabilidade económica e académica; trata-se ainda de reduzir o número de órgãos de consulta em torno da reitoria e clarificar os papéis de controlo científico e académico, que continuará a ser feito ao nível da Universidade por secções departamentais e de escola.

c) A restruturação do ensino. Pretende-se reduzir o número de disciplinas para racionalizar o uso dos recursos humanos e das salas de aula, aferindo o desempenho quantitativo do docente não por número de horas que dá mas sim por número de alunos que tem até a um limite aceitável de número de alunos por aula teórica e prática e por orientação. Com essa racionalização será possível oferecer semestres de verão de 10 semanas (Junho, Julho e parte de Agosto), muito orientados para alunos do hemisfério norte, e semestres de inverno de 10 semanas (Janeiro, Fevereiro e parte de Março), para alunos provenientes do hemisfério sul. Esta multiplicação possibilita o cumprimento da carga horária a colegas com menos disciplinas, recuperar alunos que falham nos semestres normais e acelerar a formação de alunos com melhor desempenho.

d) Aumento da produtividade académica e científica.

O desempenho da Universidade dos Açores é aferido pela produção académica, apreciada pelo número e qualidade de alunos, e científica, verificada pelo número e qualidade das publicações científicas. Assim, o estímulo à produtividade científica e académica tem que passar por premiar quem tem mais produtividade e promover quem tem capacidade subutilizada. Com o objetivo de aumentar a produtividade da Universidade retomo uma proposta feita ao Conselho Geral da Universidade dos Açores em 2012 de calcular a produtividade de cada docente/investigador pelo número de alunos e pelo número de publicações em revistas com factor de impacto, tendo em atenção que, em média, cada docente/investigador deve dar cerca de 100 notas de 6 unidades de crédito (variando conforme a área disciplinar) e que cada artigo científico em revista com factor de impacto vale cerca de 10 alunos em disciplinas de 6 créditos (variando com a área disciplinar e o factor de impacto).

e) Criação de cursos com procura regional, nacional e internacional colmatando lacunas de formação da Universidade dos Açores designadamente em cursos com procura sustentável nos domínios do Direito, da Medicina, da Engenharia, da Arquitectura, da Economia, da Geografia, de Artes e de outros. A estruturação destes cursos deve ser baseada na racionalização da oferta norteada quer pela possibilidade de as mesmas classes poderem ter alunos orientados para diplomas e licenciaturas ou, em pós-graduação, para mestrados e doutoramentos; para isso basta exigir classificações mínimas para os diferentes graus como é feito nas melhores universidades do mundo.

Para lançar cursos com procura é necessário reforçar o corpo docente o que só pode ser feito com o aumento de alunos. E como o processo de acreditação de novas licenciaturas demora um ou dois anos é importante avançar com cursos de diploma já estruturados para poder haver muitas equivalências aos primeiros anos de licenciatura. O curso de Direito pode ter um diploma de solicitador e outros; o curso de engenharia pode ter um diploma de medidor e outros; o curso de arquitectura pode ter um diploma de desenhador e outros,… Por outro lado é necessário lançar o repto para que juristas, médicos, engenheiros e gestores nos Açores façam cursos de doutoramento de forma a que tenhamos corpo docente acreditado para os cursos com procura.

 2. Qual é a sua estratégia no médio-longo prazo? Como vê temas como a tripolaridade, o financiamento da investigação, e o ensino politécnico?

 As metas que estabeleci para o médio prazo 2017/2018 são 6000 alunos para a Universidade, um ratio aluno/docente superior a 10 para 95% dos docentes e um artigo científico por ano para 50% dos docentes e investigadores. As medidas indicadas na questão 1 são suficientes para que essas metas sejam alcançadas. Para alcançarmos a produtividade por docente contribuem a racionalização da docência e o prémio à produtividade (medidas 3 e 4), para o aumento do número de alunos contribui a medida 5 e a recuperação da imagem da Universidade que foi perdida nos últimos três anos. Para sustentar tudo isto é fundamental um novo plano de recuperação financeira e a restruturação orgânica (medidas 1 e 2).

Destas medidas, aquela que levanta mais dúvidas com quem tenho conversado é o aumento do número de alunos. Admitamos que partimos de 4500 de alunos antes da crise que são recuperáveis com algum marketing promotor da confiança na Universidade. Precisamos de mais 1500 até 2018 e isso garantir-nos-á a manutenção de empregos, o recrutamento de alguns post doc excelentes na Região e no Mundo e a mobilização de engenheiros, médicos, arquitectos e juristas para doutoramento, docência e investigação, pois será possível passar de 265 docentes e investigadores para cerca de 400. Conto com 150 com os cursos de diploma, licenciatura, mestrado e doutoramento em torno das Ciências do Mar na Horta. Conto com 150 alunos de diploma e licenciatura em Filosofia, Política e Economia em Angra do Heroísmo; mais 50 em diploma e licenciatura em Veterinária, Farmácia e Nutrição; mais 100 em diploma e licenciatura em Engenharia estes últimos com seguimento para mestrado na Universidade Nova, mais 50 em diploma e licenciatura em Arquitetura Paisagista com seguimento em Mestrado na Universidade de Lisboa, mais 50 em cursos ligados à saúde e 50 ligados a mestrados na área da economia e gestão. Se Ponta Delgada oferecer todos os cursos com procura significativa pode subir em 900 alunos com mais anos do curso de medicina (300 alunos), com diplomas e licenciaturas em direito (300 alunos),e com diplomas e cursos de licenciatura em engenharia e arquitectura (300 alunos).

Nesta perspectiva não há custos de polaridade mas desafios da polaridade. E têm que ver com o adaptar a cada campus a docência de forma a torná-la viável e, pela criatividade adaptativa, competitiva. O Curso em Ciências do Mar na Horta é um destes casos. O curso em Filosofia, Política e Economia de Angra do Heroísmo é outro.

3. Como pretende posicionar a universidade? Que parcerias e alianças lhe parecem mais desejáveis?

A Universidade dos Açores tem que dar resposta à procura de ensino dos Açores fazendo protocolos com as melhores Universidades do Continente para continuação de alguns cursos (Engenharia, Direito) para o nível de mestrado. A Universidade dos Açores pode ganhar vantagem competitiva ao nível de mestrado e doutoramento nas ciências do mar, nas bio tecnologias, nas energias, no transporte e logística, na governância, na ciência regional e em algumas áreas da medicina e da ecologia, no teatro, na música, na literatura, na teologia e na filosofia…; sobretudo temos uma grande vantagem na interdisciplinaridade. Para isso há que explorar mais as redes internacionais de investigação nestes domínios. A Universidade dos Açores tem capacidade para organizar cursos de verão e de inverno para quem nos visita, congressos e workshops com os melhores cientistas do mundo.

4. Vai haver mudanças na gestão interna da universidade? Na sua estrutura e nos seus órgãos? Se sim, quais.

O objectivo para a alteração dos Estatutos é criar uma estrutura de liberdade e responsabilidade académica e científica que potencie o desempenho excelente dos recursos humanos existentes e atraia recursos humanos de excelência, para que a Universidade dos Açores - baseada nas suas especificidades insulares - esteja ao melhor nível das universidades portuguesas, europeias e mundiais também porque utiliza e potencia aquelas especificidades insulares. 

A estrutura actual tem dez departamentos - oito em Ponta Delgada, um em Angra do Heroísmo e um na Horta - duas escolas de enfermagem – uma em Ponta Delgada e outra em Angra do Heroísmo – e três delegações de departamentos em Angra do Heroísmo. Para além disso existem vários serviços da administração com serviços noutros campus e alguns departamentos com delegações e actividades noutros campus. A estrutura actual da Universidade dos Açores é manifestamente desequilibrada com muitas unidades orgânicas e suas delegações e com um excesso de estruturas de consulta entre as unidades orgânicas e a reitoria. 

A presente proposta visa reduzir o número de unidades orgânicas para quatro institutos e dar-lhes mais autonomia: em Ponta Delgada o Instituto Superior de Ciências Sociais e Humanas e o Instituto Superior de Ciências Exatas, Naturais e Tecnológicas; em Angra do Heroísmo o Instituto Superior da Saúde e do Desenvolvimento Sustentável; e na Horta o Instituto Superior de Ciências do Mar. Cada uma destas Unidades Orgânicas autónomas terá departamentos e escolas agrupados para a interação com o exterior, em torno de grupos de investigação e das fileiras finais dos cursos, que cooperação científica e tecnicamente nos Conselho Científico e no Conselho Científico Tecnológico da Universidade.

Por outro lado reduz-se o número de órgãos de consulta em torno da reitoria e clarificam-se os papéis de controlo científico, que continua a ser feito ao nível da Universidade por secções departamentais e de escola, e pedagógico, feito ao nível dos institutos com ensino. Propõe-se igualmente a eliminação do Conselho de Estratégia e Avaliação cujas competências se sobrepõem às do Conselho Geral. Os serviços sociais podem autonomizar os vários campos mas em regulamento próprio.

Moedas em euros falsas diminuição de 4 % em 2013


Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 10/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores


O número de moedas de euro falsificadas retiradas de circulação em 2013 diminuiu 4 % em comparação com o ano anterior.

Com 16,8 mil milhões de moedas em euros genuínas atualmente em circulação, o rácio de contrafação é de 1 moeda falsa por cada 100 000 moedas genuínas. Embora o número absoluto de moedas retiradas tenha diminuído para todas as denominações, as moedas de 2 euros continuam a ser, de longe, as mais falsificadas, representando 2 de cada 3 moedas de euro falsas detetadas (67,6 % do total).

A proporção de moedas de 50 cêntimos de contrafação aumentou (16,7 % do total) e a de moedas de 1 euro diminuiu (15,6 % do total).

Para mais informações consulte a página do Europe Direct Açores na Internet em: www.europedirect.uac.pt e siga-nos nas redes sociais, através do Facebook e do Canal do Youtube.


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2014/02/09

WORKSHOP "Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais - Formação dos Estudantes de Enfermagem na ESEnfAH"


Realizar-se-á nos próximos dias 10 e 11 de Fevereiro, na Sala 2 da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo,  um Workshop subordinado ao tema "Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais - Formação dos Estudantes de Enfermagem na ESEnfAH".

Para mais informações, consulte o Programa.

2014/02/08

PERCURSOS: Luis Miguel Gomes


PERCURSOS com Prof. Luis Miguel Gomes, da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo.

Quem é Miguel Gomes?
Sou um enfermeiro que desde cedo optou pelo exercício profissional na área do ensino. Ser enfermeiro não foi uma vocação. Iniciar o curso em março de 1985, numa ilha pós-sismo de oitenta, numa família em dificuldades foi uma oportunidade de formação e emprego que sempre soube aproveitar. Sou professor e é na área da enfermagem de saúde mental e psiquiátrica que me sinto mais confortável.

Inconformado com a “crise troikada” que vivemos em todas as dimensões das nossas vidas, reservo a esperança para um futuro melhor. Tenho nos filhos a minha melhor obra de vida, um orgulho e amor imensurável.

O que destaca do seu percurso?
Destaco todas as pessoas e processos que toquei com a minha forma de ser, com os meus conhecimentos, competências, potencialidades, vulnerabilidades e também incompetências.

O desempenho de funções de Presidente do Conselho Diretivo da ESEnfAH – UAc marca o percurso pessoal e institucional de forma muito acentuada.

O Doutoramento em Enfermagem é um marco muito importante, mas ainda não vivi o êxtase da sua conclusão, não senti a expectável diferença entre o antes e o depois… possível efeito conjuntural.

A nível da docência destaco as situações em que vivi momentos de satisfação pelo sucesso dos meus estudantes.

Onde se vê em 2020?
Um professor de enfermagem e de profissionais de áreas da saúde e afins que encontram na Universidade dos Açores (no campus do Pico da Urze) o local por excelência para a sua formação a todos os níveis e com todas as configurações possíveis à época, num sistema de ensino superior (ponto parágrafo). [O que distingue o sistema binário universitário/politécnico é somente um decreto-lei.] Com recordações de um período de crise e transições pessoais, profissionais e organizacionais, revejo-me como uma melhor pessoa, muito mais tranquilo.

O que gostaria de fazer, que ainda não conseguiu fazer, mas que vai fazer?
Em termos profissionais aumentar as competências de intervenção na prática clínica e integrar um núcleo de investigação especializado na área da enfermagem, educação e promoção da saúde humana na Universidade dos Açores. Publicar a tese de doutoramento em enfermagem pelo dever ético de divulgar os resultados da teoria situacional desenvolvida sobre a presença como cuidado de enfermagem. Em termos pessoais encontrar um equilíbrio satisfatório adequado à instabilidade da vida na atualidade – uma construção diária - e contemplar a felicidade dos que me são próximos.