2014/02/13

XII OLÉ TUNAS - Festival de Tunas


Realiza-se dia 14 e 15 de fevereiro a XII edição do OLÉ TUNAS, organizado pela TAESEAH - Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo (o programa de hoje, devido ao mau tempo, foi adiado para amanhã).

O evento conta com cinco tunas convidadas:
  • IsecoTuna (Coimbra)
  • Musa & Tuna (Terceira)
  • Rauss Tuna (Bragança)
  • ReXa (Terceira)
  • Tasmua (Terceira)

PROGRAMA

Dia 14 - Sexta-feira
  • 18h00 - PassaCales
    • Rua da Sé
  •  21h00 - Serenatas
    • Igreja do Museu
  • 01h00 - Festa Académica
    • Piano Bar Centro Cultural Congressos AH
Dia 15 - Sábado
  • 15h00 - Monumental Garraiada
  • 21h00 - Festival de Tunas Mistas
    • Centro Cultural Congressos AH
  • 01h00 - Festa Académica
    • Piano Bar Centro Cultural Congressos AH

Evento “(RE)Enamore-se pela Europa”

 
Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 13/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores


Tem lugar amanhã, dia 14 de fevereiro, às 10H45, o evento “(RE)enamore-se pela Europa”, na Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, em Angra do Heroísmo, com a presença dos Eurodeputados Maria do Céu Patrão Neves e Luís Paulo Alves.

O mesmo evento terá lugar nos restantes 18 Centros de Informação Europe Direct de Portugal, numa iniciativa do Gabinete de informação do Parlamento Europeu em Portugal e da Representação da Comissão Europeia.

O objetivo desta organização, que conjuga a celebração do Dia dos Namorados com as ações sobre as Eleições Europeias, é sensibilizar os cidadãos para a importância da participação nas próximas eleições para o Parlamento Europeu, que têm lugar no próximo dia 25 de maio.

Os presentes serão mediadores e divulgadores de informação, quer junto das suas famílias quer na comunidade em geral.

O Europe Direct dos Açores continuará a promover ações de sensibilização sobre esta matéria até abril de 2014.


Centro de Informação Europe Direct - Açores
Observatório do Ambiente dos Açores
Estrada Gaspar Corte-Real


9700-030 Angra do Heroísmo
Telf. /Fax. 295 214 005
Email:europedirect@uac.pt

PERCURSOS: Carlos Vouzela


PERCURSOS com Prof. Carlos Vouzela, do Departamento de Ciências Agrárias

Quem é Carlos Vouzela?
 
Nascido em Lisboa e após 16 meses ter ido para o Porto onde fiz todo o meu percurso de Ensino Básico e Secundário, escolhi os Açores e concretamente a Universidade dos Açores para prosseguir a minha formação académica. Por isso, considero-me um “filho da casa” já que também foi nesta Instituição que cresci como profissional e à qual tenho dedicado o trabalho de toda uma vida na área das Ciências Agrárias.
 Independentemente das imperfeições que possam existir na minha pessoa, tenho pautado a minha vida por princípios de lealdade profissional e pessoal.

O que destaca do seu percurso?
Pelo apreço que que sinto pela Universidade dos Açores tenho orientado a minha carreira universitária para responder aos interesses e desafios desta Instituição. Retrospectivamente, os meus contributos principais têm sido no desenvolvimento e solidificação das Ciências Agrárias enquanto área de ensino e investigação no Departamento de Ciências Agrárias, para além da colaboração prestada em órgãos de gestão da Universidade dos Açores.

Para além disso, gostaria de destacar o relacionamento estreito com o tecido empresarial do sector da agro-pecuária e em actividades de extensão junto dos empresários agrícolas.

Onde se vê em 2020?
Apesar dos tempos difíceis que o Ensino Superior atravessa, espero contribuir para a renovação da estrutura universitária e concretamente na Universidade dos Açores no que diz respeito à consolidação da mesma como centro de saber para a sua expansão a nível nacional e internacional.

Fruto da experiência, entretanto adquirida, penso que futuramente conseguirei contribuir ainda mais, de forma decisiva, na formação académica e valorização pessoal dos alunos, que são a razão da nossa existência.

O que gostaria de fazer, que ainda não conseguiu fazer, mas que vai fazer?
Perante a actual situação caótica da investigação a nível nacional, gostaria de contribuir mais no sentido de promover condições que permitam à Universidade dos Açores continuar a afirmar-se como um centro de excelência no meu campo de intervenção, e projectar, ainda mais, a Universidade dos Açores além-fronteiras.




2014/02/12

Campanha sensibiliza para que "Paremos de desperdiçar resíduos!"

 

Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 12/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores


A mais recente campanha da Generation Awake, em português «Geração desperta» dá especial destaque às consequências ambientais, económicas, sociais e pessoais da utilização dos recursos de forma insustentável.

O objetivo da campanha é sensibilizar os consumidores para as consequências dos seus padrões de consumo em relação aos recursos naturais, ilustrando os benefícios da opção por um comportamento diferente.

A campanha articula-se em torno de um sítio Web  interativo, disponível nas 24 línguas oficiais da UE, incluindo o português, no qual personagens de banda desenhada mostram o impacto ambiental das suas decisões de compra no dia-a-dia.

Para mais informações aceda à página de Internet da campanha em: www.generationawake.eu/pt


Centro de Informação Europe Direct - Açores
Observatório do Ambiente dos Açores
Estrada Gaspar Corte-Real

9700-030 Angra do Heroísmo
Telf. /Fax. 295 214 005
Email:europedirect@uac.pt

2014/02/11

Candidatos a Reitor - Entrevista ao Professor João Luis Gaspar


O "Há Vida no Campus!" iniciou uma série de entrevistas aos
três candidatos ao cargo de reitor da Universidade dos Açores.
Terminamos com o João Luis Gaspar, professor auxiliar
com agregação.
 
1. Quais são as suas prioridades imediatas para este mandato?

A Universidade dos Açores debate-se, presentemente, com problemas muito diversos. Por um lado, penso que é prioritário começar por garantir uma sólida coesão interna para que a instituição se possa concentrar naquilo que é de facto importante e, assim, criar uma imagem consentânea com a natureza e a importância que tem para o desenvolvimento económico e o bem-estar da sociedade. Por outro, importa aumentar a eficiência e eficácia da Universidade em todas as suas vertentes, no sentido de se caminhar para uma instituição sustentável sob o ponto de vista financeiro. 

2. Qual é a sua estratégia no médio-longo prazo? Como vê temas como a tripolaridade, o financiamento da investigação, e o ensino politécnico?

Garantir a coesão da comunidade universitária, melhorar a imagem da instituição, promover a reforma da oferta letiva, dinamizar a investigação científica, proceder à reestruturação orgânica e assegurar um futuro financeiramente sustentável são as principais linhas de orientação do programa estratégico que apresentei para o próximo quadriénio. Nele podem identificar-se as medidas a implementar em cada uma destas áreas e a sua calendarização.

Tal como refiro no plano em causa, a tripolaridade não é, para mim, fonte de qualquer problema, nem constitui tema para qualquer tipo de discussão. A Universidade só tem de saber demonstrar os sobrecustos de um tal modelo de funcionamento e o Governo Regional, como sempre fez, garantirá o respetivo financiamento. Esta forma que tenho de analisar tal matéria não é nova. Foi assim que fiz quando exerci as funções de diretor regional da Ciência e Tecnologia e durante tal período não me lembro que tenha existido qualquer desencontro de números.

Quanto à investigação, o problema é diferente e particularmente crítico quando assistimos à deslocalização de alguns dos nossos melhores grupos para centros de outras universidades. Veja o que se está a passar, por exemplo, no âmbito do Departamento de Ciências Agrárias. Há que criar condições para que a investigação nos Açores se consolide e tal exige, naturalmente, uma maior concertação com o departamento do Governo Regional com competências na matéria. A separação das áreas da Ciência e da Tecnologia na atual estrutura orgânica do governo veio dificultar tal processo, razão pela qual no programa de ação que apresentei discuto tal problema.

No que se refere ao Ensino Politécnico já tive oportunidade de expressar que o mesmo, para além da área da enfermagem, deve ser alargado aos novos Cursos Superiores Especializados. Nas reuniões que tive em ambas as escolas de enfermagem sublinhei que o modelo a adotar para o efeito terá de ser discutido, mas fora de um contexto eleitoral. Para tal, convidarei representantes de todas as partes interessadas, no sentido de se chegar a uma solução de consenso tão alargada quanto possível.

3. Como pretende posicionar a universidade? Que parcerias e alianças lhe parecem mais desejáveis?

A Universidade tem o seu papel a nível regional, nacional e internacional e deve projetar-se para atingir a excelência no ensino e na investigação em todas as áreas em que entenda dever assumir competências para tal. Ao nível das parcerias defendo, no plano estratégico que apresentei, a criação de compromissos estratégicos com o Governo da República, o Governo Regional e o poder local, assim como o desenvolvimento de projetos específicos com diferentes setores da sociedade. Para além dessas, há naturalmente um vasto conjunto de parcerias que podem e devem ser concretizadas com instituições públicas e privadas de diferente natureza quer ao nível do ensino, quer da investigação.

4. Vai haver mudanças na gestão interna da universidade? Na sua estrutura e nos seus órgãos? Se sim, quais.

Pretendo implementar um modelo de governação muito diferente do atual, mais participativo e menos hierarquizado, onde o exercício de funções dirigentes se baseie na concretização de objetivos muito concretos e devidamente calendarizados. Aliás, é neste esquema que se desenvolve o programa de ação que apresentei e da sua leitura facilmente se conclui que a gestão da Universidade assentará na criação de comissões e gabinetes cujas atividades serão escrutinadas regularmente pela comunidade universitária em face dos resultados alcançados.

Concurso para financiamento de Clubes Europeus - REMINDER


 


Programa “A Europa num Minuto”
Emitido a 11/02/2014, 12h10
RDP-Antena 1 Açores
Recordamos que termina a 15 de fevereiro o prazo para envio de candidaturas para o concurso anual de financiamento de Clubes Europeus, destinado a todos os estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo que tenham um Clube Europeu em funcionamento e devidamente registado na Base de Dados da Rede Nacional de Clubes Europeus.
 
O tema a concurso este ano letivo é: “Portugal no Centro da Europa – contributos portugueses
para a construção europeia”.
 
O esclarecimento de dúvidas sobre o concurso deverá ser realizado através do email: clubeseuropeus@dge.mec.pt.
 
Para mais informações aceda à página oficial em: http://dge.mec.pt/clubeseuropeus ou consulte a página de Internet do Europe Direct Açores em: www.europedirect.uac.pt e siga-nos nas redes sociais, através do Facebook e do Canal no Youtube.

Centro de Informação Europe Direct - Açores
Observatório do Ambiente dos Açores
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PERCURSOS: Francisco Sousa


Quem é Francisco Sousa?

Professor Auxiliar do Departamento de Ciências da Educação da Universidade dos Açores, investigador do CIEC (Centro de Investigação em Estudos da Criança, Universidade do Minho), coordenador da pós-graduação em e-learning na UAç.


O que destaca do seu percurso?

Depende. Destacar em função de quê? Se for em função do grau de dificuldade dos obstáculos, destaco o facto de, com dez anos de idade, acordar às cinco e meia da manhã e passar três horas por dia em autocarros, a fim de frequentar a escola. Daí para a frente os obstáculos têm sido menos difíceis. Se for em função do prazer em realizar determinadas atividades, destaco o facto de ter estudado um ano na Columbia University – uma universidade de referência, localizada numa cidade fascinante (Nova Iorque). Em termos de construção da identidade profissional, destaco o facto de hoje trabalhar mais em equipa e em parceria do que no passado. O projeto ICR, do qual resultou uma publicação já referida pelo blog "Há Vida no Campus" constitui o principal testemunho de um trabalho colaborativo, neste caso com professores do ensino básico, em que me envolvi recentemente. Relativamente a outros desafios profissionais, destaco o meu interesse recente pelo e-learning. Mas o que mais contribui para que me sinta profissionalmente realizado são pequenos episódios que evidenciam algum reconhecimento da relevância do meu trabalho. Não me refiro necessariamente a prémios ou elogios. Refiro-me sobretudo a situações em que ex-alunos me têm abordado, pedindo-me ajuda no esclarecimento de questões relativas às suas atividades profissionais ou académicas. Julgo que episódios deste tipo são reconfortantes para qualquer professor, na medida em que nos fazem sentir úteis, conscientes de que o nosso trabalho é reconhecido pelos alunos como relevante, não servindo apenas para obterem aproveitamento académico.


Onde se vê em 2020?

Academicamente, espero estar em qualquer lugar onde possa trabalhar com dignidade, sem me afastar muito da família, na realização de tarefas socialmente relevantes. A sociedade contemporânea é muito carregada de incertezas. Não sei onde estarei em 2020, mas não me desagrada a possibilidade de continuar a trabalhar no campus universitário de Angra do Heroísmo, produzindo a partir daqui trabalho que seja útil neste e noutros lugares. Neste momento, por via do investimento no já referido interesse em e-learning, já tenho alunos residentes em São Miguel sem ter de me deslocar ao campus de Ponta Delgada, sem usar o sobrecarregado sistema de videoconferência da UAç e sem que isso implique perda de qualidade do ensino (antes pelo contrário), conforme demonstrado pela avaliação do trabalho letivo que já realizei via e-learning .

Gostaria, aliás, que a discussão deste tema ultrapassasse o patamar das experiências individuais e fosse situada no plano institucional. Onde se vê a UAç em 2020? Como se situa a UAç face a um mundo cada vez mais virtualizado? A UAç não deveria investir seriamente em e-learning? Em 2020 ainda haverá muita gente a pensar que ensino a distância é sinónimo de videoconferência? Em 2020 ainda estaremos a discutir as dificuldades de financiamento da deslocação de docentes e a disputar reservas das salas de videoconferência?


O que gostaria de fazer, que ainda não conseguiu fazer, mas que vai fazer?

Gostaria de participar noutro projeto de investigação colaborativa com professores do ensino não superior, com características comuns ao já referido ICR, mas menos dependente de boas vontades individuais, ou seja, mais assente num reconhecimento generalizado da importância de uma componente investigativa no trabalho dos docentes do ensino não superior, visando a resolução de problemas com que se confrontam nas suas escolas e salas de aula. Gostaria também de convencer mais colegas e decisores de que ensino a distância não é sinónimo de videoconferência e de que, embora haja muitas situações que não dispensam o ensino presencial, é possível e desejável, com vantagens para a UAç, fazer na área do e-learning mais do que se faz atualmente – com muito mais abrangência, consistência e qualidade. Ainda a propósito deste assunto, gostaria que em 2014/15 o curso de pós-graduação em e-learning entrasse em funcionamento na UAç (em 2013/2014 faltaram duas matrículas).